SITE SUGERE QUE FOGUINHO É DESONESTO E REVELA PLANO DE CAMPANHA DOS LAVA-JATISTAS
se sabe o tom da campanha eleitoral que a turma lava-jatista de Aracaju usará na tentativa de capturar o poder político na Capital de Sergipe. Os aliados do ministro Sergio Moro, sob o comando do senador-delegado Alessandro Vieira, querem não apenas se livrar “dessa gente” que retomou o comando da prefeitura em 2016, mas, ao fim e ao cabo, garantir que Edvaldo Nogueira e sua trupe não tenham chance de voltar à política tão cedo – um filme que já foi visto recentemente!
Espécie de porta-voz informal desse núcleo alçado a Brasília em 2018 por um aborto da natureza ainda na esteira da eleição do nosso amado presidentO Capitão Brucutu Leão, o Rei dos Animais, o site “Hora News” publicou neste sábado, 18, Editorial a fim de contrapor uma suposta conspiração “articulada na imprensa chapa-branca”, cujo objetivo seria “a divisão do grupo comandado pelo Cidadania e outros partidos”. As aspas são do ex-deputado petista João Fontes, capturadas num grupo de Zapzap.
De acordo com o “Hora News”, Alessandro Vieira, independentemente de quem seja o referendado pelas pesquisas [internas feitas pelo Cidadania], garante que “o grupo terá um nome forte para concorrer em pé de igualdade com os demais candidatos”, e que alguns desses candidatos “já temem uma possível auditoria e investigação nas contas e nos contratos da Prefeitura de Aracaju com uma possível vitória da delegada [Danielle Garcia]”, a preferida do senador gaúcho.
Ora bolas, mesmo sugerindo que alguns desses candidatos “já temem uma possível auditoria e investigação nas contas e nos contratos da Prefeitura de Aracaju”, somente um deles teria motivos – se é que tem tais motivos! – para corar de medo de uma possível vitória da delegada Danielle Garcia: o nobre alcaide Foguinho. Pelo que o “Hora News” opina, a disputa não seria apenas para tirar Edvaldo Nogueira do comando da PMA, mas levá-lo a uma condenação na Justiça.
Motivo? No comando do Departamento de Crimes Contra a Ordem Tributária e Administração Pública (Deotap), Danielle Garcia foi responsável pela mais midiática das investigações da história de Aracaju, que “esfriou” após o afastamento dela das funções por determinação do governador à época, Jackson Barreto. Agora, ao menos conforme sugere o “Hora Newes”, a delegada usará o mote da necessidade de “auditoria e investigação” contra o prefeito de Aracaju.
Em resumo: talvez Alessandro Vieira, Danielle Garcia e sua turma tenham informações privilegiadas sobre maracutaias em curso na gestão de Edvaldo Nogueira e as venham usar como mote de campanha – correm o risco de ser acusados de prevaricação caso sejam comprovadas desonestidades, por não as terem denunciado quando delas tomaram conhecimento; por outro lado, tudo isso pode ser só chiadeira de quem, nada tendo a dizer em campanha, aposte em factoides.
As sementes foram lançadas. Se germinarem, teremos uma campanha bastante movimentada…
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MORTE DE GENERAL IRANIANO É PEÇA DE PROPAGANDA ELEITORAL DE DONALD TRUMP
Se a política é a guerra por outros meios, o mesmo ocorre em relação à informação. Vejamos o caso do assassinato de Qassim Suleimani, chefe da Força Quds, do Irã, nas proximidades de um aeroporto de Bagdá, no Iraque, determinado por Donald Trump, presidente dos EUA: de um lado a teocracia jurássica tentando impor “virtudes”, do outro o capitalismo predatório.
O Irã e o Iraque já foram bem diferentes do que são hoje. Já tiveram uma cara bem mais ocidentalizada e havia alinhamento com as políticas dos impérios britânico e norte-americano. O rompimento se deu por causa dos lucros do petróleo – e também pela pressão de lideranças religiosas que sempre enxergaram o Estado como extensão das sinagogas e minaretes.
A morte do major-general Qassim Suleimani foi, obviamente, uma execução extrajudicial, porém, não se deu gratuitamente. Mestre da espionagem e da intriga do Irã, ele construiu um eixo de poder no Oriente Médio e há tempos estava na mira do Mossad, serviço secreto de Israel, responsável por passar as coordenadas para os EUA executarem o ataque com drone na sexta-feira, 3.
Considerado terrorista no Ocidente pelos muitos atentados que coordenou – esteve por trás de centenas de mortes americanas no Iraque e no ataque à embaixada –, em seu país é um herói e mártir, dado que criou milícias dedicadas a atacar os inimigos do Irã, com destaque para a Arábia Saudita e Israel, sem que a conta fosse creditada diretamente no colo dos aiatolás.
Um dos ataques contra Israel, aliás, ocorreu em julho de 1994 em solo argentino. Um carro-bomba com 400 quilos de explosivos derrubou a associação israelita, centro judaico em Buenos Aires, deixando 85 mortos e 300 feridos. A ação de 12 extremistas foi organizada por… Qassim Suleimani, cujo carisma silencioso se somava à imagem de guerreiro-filósofo que se tornou a espinha dorsal da defesa de uma nação contra uma série de inimigos.
Na guerra de informação, no entanto, um dado passa batido: de acordo com a Anistia Internacional, ao menos 143 pessoas foram mortas e milhares ainda estão nas cadeias do Irã aguardando julgamento por terem participado de protestos no País pelo aumento dos combustíveis, em novembro. A ação foi coordenada pessoalmente pelo onipresente Qassim Suleimani.
Ainda no âmbito da guerra de informação, a morte de Qassim Suleimani serve como peça de propaganda para a campanha de reeleição de Donald Trump – os americanos são muito sensíveis ao discurso de que o governo se preocupa com seus cidadãos dentro e fora dos EUA, o que é uma falácia, afinal, a questão ainda está ligada ao petróleo e à política no Oriente Médio.
De uns tempos para cá, especialmente quando forças iranianas ou apoiadas pelo Irã passaram a combater o Estado Islâmico, Qassim Suleimani era visto de uniforme no campo de batalha. Divulgada nas redes sociais, essa publicidade gerou rumores de que ele buscava fama para uma possível disputa pela presidência do Irã; ele os negou, dizendo que sempre se considerou apenas um soldado. Pelo sim, pelo não, os EUA resolveram “cancelar” o general.
Até a chegada de Donald Trump à Casa Branca, Qassim Suleimani havia sido poupado – como se pôde comprovar agora, com dados de inteligência e armas de considerável precisão os EUA conseguem acertar alvos parados ou em movimento em qualquer lugar no planeta; todo esse poder certamente poderá inibir uma retaliação direta do Irã, mas a tensão permanecerá. Com a morte do general, os americanos abrem uma temporada de faroeste numa zona estratégica.
O que virá em seguida? Poucos analistas arriscam qualquer prognóstico. Porém, uma coisa é certa: o que já é ruim pode piorar um pouco mais quando o assunto é o Oriente Médio.


#NaImprensa | JL Política
OPINIÃO: DELEGADOS EM BUSCA DE PODER POLÍTICO – E DE UMA PENCA DE CARGOS
[*] David Leite
Vem do colega Diógenes Brayner o alerta [nesta terça-feira, 17, no FaxAju]: as eleições municipais de Aracaju terão pelo menos três delegados disputando a prefeitura. Nada foi confirmado, mas as pretensões de Daniela Garcia, Cidadania, Georlize Teles, DEM e de Paulo Márcio (ainda sem partido) estão bem expostas. Não existe vácuo na política! O interesse desses novos atores faz sentido.
O quadro de falência das instituições democráticas após as denúncias de corrupção carcomeu os partidos de centro-esquerda e centro-direita, diferentes entre si apenas por uma ou outra questão cosmética e muitas vezes só no discurso. Na esteira dessa derrocada, gente ligada às forças de segurança derrotou nomes tradicionais da política e invadiu as casas parlamentares de Brasília.
De olho em 2020, crentes de que o sistema falido que impulsionou delegados, militares e juízes aos cargos de senador e deputado em 2018 fará o mesmo serviço na eleição de outubro, Daniela Garcia, Georlize Teles e Paulo Márcio sonham em derrotar Edvaldo Nogueira, atropelando nomes tradicionais como Valadares Filho, PSB, Márcio Macedo, PT, e Emília Correia, Patriota, e também os “alternativos”, como Gilmar Carvalho e Henri Clay Andrade, ambos sem partido.
Essa turma trabalha com a possibilidade de usar sola de sapato e estratégia nas redes sociais como chaves para uma campanha barata, emulando o mesmo tipo de suposta “virtude” da eleição do hoje senador, delegado Alessandro Vieira. Aliás, na Folha de S. Paulo desta mesma terça-feira, 17, o parlamentar gaúcho confirma que enxerga a todos como otários.
A reportagem trata de como fazer campanhas baratas, com gastos racionais, a fim de reduzir o efeito do poder econômico no resultado do pleito e melhorar o processo de representação, tudo em razão do projeto da Câmara dos Deputados de destinar R$ 3,8 bilhões para o fundão eleitoral, mas que, após pressão, deve ser reduzido para R$ 2 bilhões – em 2018, foram cerca de R$ 1,7 bilhão.
Para conter uma possível expansão exacerbada do fundão, que para os novos atores da política nacional desequilibraria a disputa e desincentivaria os candidatos a arrecadarem em suas bases, figuras como Alessandro Vieira, quadro formado pelo curso privado RenovaBR, que capacita potenciais candidatos de diferentes partidos, apostam na saída de começar o trabalho cedo através da mobilização de voluntários.
À Folha de S. Paulo, o senador-delegado informou ter gasto na campanha míseros R$ 102,5 mil, quantia considerada baixa, mesmo em um estado pequeno, com 1,5 milhão de eleitores - para efeito de comparação, o gasto médio de um deputado federal eleito em 2018 foi R$ 1,1 milhão. Ele diz ter feito um trabalho baseado em divulgação de conteúdo via redes sociais, sobretudo WhatsApp, campanha de rua e aparições na mídia tradicional [rádio].
Ora bolas, santa cara de pau! Quem acompanhou a campanha de 2018 sabe que esse discurso é plenamente falacioso. Alessandro Vieira esconde que recebeu apoio da rede subterrânea que trabalhou para Jair Bolsonaro que, como sabemos, tinha estrutura financeira e tecnológica de alto nível. Quem duvida disso, deveria acompanhar os debates da CPMI das Fakes News e as tais “milícias virtuais”.
Que chances esses contendores terão na disputa contra a poderosa máquina de guerra montada estrategicamente por Edvaldo Nogueira, que inclui um cabedal de obras em vários pontos da cidade, propaganda cirúrgica nas redes socais e veículos tradicionais, e ações políticas de bastidores? É cedo para dizer, mas não creio que a confluência astral que facilitou o ingresso de Alessandro Vieira no Senado se repetirá em 2020. Essa turma terá que gastar muita sola de sapato e latim!

[*] É consultor em Marketing Político e Eleitoral.

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Originalmente publicado em http://bit.do/jlp-dmilk17dez.


ALESSANDRO VIEIRA QUER SER BABADO
Não deixa de ser engraçado – quando não, ridículo! –, o bafafá de Rodrigo Valadares com Alessandro Vieira. Na opinião desiludida e até chorosa do deputado estadual, o delegado-senador gaúcho é um “líder inseguro”, um político que só conseguiu recordes em “eleitores arrependidos”.
E por que tantas pedras atiradas? A resposta é simples: Rodrigo Valadares, um político ainda sem cabedal eleitoral a lhe garantir mínima sustança, supõe que Alessandro Vieira, outro sem-voto, detém peso político e fará a diferença em 2020, e o queria como padrinho! Dançou...
Modestamente, digo que se trata de uma tremenda bobagem. Rodrigo Valadares vive no mundo da Lua. Não consegue enxergar o óbvio ululante: a desimportância de Alessandro Vieira, esse ilustre desconhecido – sim, desconhecido! – é inversamente proporcional à atenção a ele dispensada.
O erro em 2018 patrocinado por todos os candidatos ao Senado, exceto o ligeiro Rogério Carvalho, foi pedir votos para Alessandro Vieira sem se darem conta das circunstâncias do processo político, com a questão segurança pública tendo função comprovada em inúmeras pesquisas. Resultado, o “Zé Ninguém” foi eleito folgadamente pelo voto de 474.449 sergipanos – ou 25,95% dos válidos.
Em 2020, posso apostar, o cavalo selado não passará de novo para Alessandro Vieira, a não ser que uns e outros cometam o mesmo erro de ajudá-lo, agora polemizando com ele – no caso, com quem venha a indicar à Prefeitura de Aracaju. Por outro lado, vaidoso como é, o delegado-senador espera ser cortejado, até por Edvaldo Nogueira. A questão é quem o fará.


OLAVO-MORO-BOLSONARISTAS CHUPAM OS DEDOS
Movimentos há de parte do nosso amado presidentO Capitão Brucutu Leão, o Rei dos Animais, para engrossar o caldo e estabelecer uma monocracia! Ele quer, sim, radicalizar e impor um comando pela força, ainda que seja aconselhado a se manter sóbrio.
Com as eleições do ano que vem batendo à porta, Jair Bolsonaro tem assumido postura mais beligerante por acreditar na polarização para manter no cercado a manada olavo-moro-bolsonarista.
Na ótica dele, conquistar uma base nos estados e não deixar o discurso da esquerda novamente se tornar hegemônico depende de bater de frente com Lula da Silva Lava Jato, por ora solto e alvo de reunião [9/11] fora da agenda presidencial com a Cúpula Militar. Além da libertação do mequetrefe petista, os protestos pelo braziU e as crises na América Latina motivaram o encontro com o ministro da Defesa, o ministro-chefe do GSI e os comandantes da Marinha, Exército e FAB.
De parte dos chefes militares, uma certeza: mesmo diante da sofrência chorosa da turba olavo-moro-bolsonarista, a clamar por ações mais contundentes para minar a subsistência da esquerda, tais apelos não serão atendidos, ora bolas! Os comandantes são taxativamente contra qualquer ação fora da Constituição Federal e defendem com veemência a não intromissão entre os poderes.
Para esses radicais vigaristas, a resposta é simples: “Se a sociedade acredita que a lei é injusta ou branda demais, deve exercer seu papel de forçar o parlamento a atualizá-la”. A frase está entre aspas pois foi pronunciada pelo presidente do STF, Dias Toffoli. Ou seja, o recado está dado!


CONHECER PARA NÃO ESQUECER
O ano era 2002, campanha eleitoral de João Alves Filho ao Governo de Sergipe – uma eleição complicada e, por fim, vitoriosa, frise-se! No comando, um cabra baiano risonho, por vezes compenetrado, astuto e muito observador, que só abria a boca depois de ouvir e ouvir…
O poeta, jornalista e publicitário Carlos Sarno é um amigo que cultivo com carinho, daquele tipo que mesmo à distância a gente consegue absorver boas energias. E eis que um vídeo do YouTube, além de me fazer recordar do camarada, me traz um bom argumento para dividi-lo com os amigos.
Durante a Ditadura Militar [1964/1985], Carlos Sarno, hoje com 71 anos de vida, militou na mesma organização que a ex-presidente Dilma Rousseff, a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares. Com a redemocratização, envolveu-se com estratégia política. No vídeo, ele diz que “a subversão convive muito bem com a não-tolerância a nada! Ou seja, ela é essencialmente desmistificadora.”
Isso acendeu uma luz em mim: é importante dizer não – e saber dizer não é, para muitas pessoas, bastante complicado. Mas precisamos saber a hora de lutar contra o arbítrio, contra o desejo de impor estilos e formas de pensar e viver. Liberdade é o que nos faz humanos! Neste tocante, mais uma vez, eis o sempre lúcido Carlos Sarno a me ensinar com a sua experiência de vida.

PARECE FILME DE MAZZAROPI
Agressões físicas ou verbais são sempre medonhas e injustificáveis em qualquer instante da vida, mais ainda num debate público entre pessoas que divergem, mas são supostamente civilizadas! Contudo, por vezes o sangue ferve e as estribeiras e bons modos vão às favas…
Hoje, numa entrevista ao programa “Pânico” da Rádio Jovem Pan FM de São Paulo, o clima ficou tenso entre dois debatedores, os colegas Augusto Nunes e Glenn Greenwald. Em meio a um comentário irônico que irritou o norte-americano, editor do The Intercept Brasil, responsável pela divulgação de patifarias praticadas pelo caçador de corruptos aposentado São Sergio Moro e seus asseclas à época em que o ex-juiz comandava a Operação Lava Jato, Glenn Greenwald passou a ofender Augusto Nunes, tachando o jornalista de “covarde”.
Não deu outra: o bafafá começou e Augusto Nunes chegou a esbofetear o jornalista gringo.
Ambos se excederam nas agressões! Glenn Greenwald não poderia chamar Augusto Nunes de covarde, o que nada tinha a ver com o debate, e este jamais deveria ter caído na provocação do colega estadunidense, partindo para as vias de fato – algo até mambembe, como se pode ver no vídeo publicado nas redes sociais. Amácio Mazzaropi não faria melhor…
Como, a meu ver, Glenn Greenwald queria criar um fato – e conseguiu! –, posto que que tem tentado se passar por vítima dos brucutus da direita, já passou a receber a solidariedade dos membros da seita #LulaLivre, enquanto Augusto Nunes está sendo ovacionado pelos aloprados bolsonaristas, que o aplaudem pelo ato abusivo como se fosse a coisa mais linda do mundo.
Em resumo, o braziU foi transformado um Faroeste Caboclo!


UM CABRA CAPAZ… DE TUDO!
Dois pesos e duas medidas, a fórmula mágica do caçador de corruptos aposentado São Sergio Moro na sua cruzada civilizatória do braziU. Que país é esse, afinal?
O descarado abusa do poder conferido pelo cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública para proteger aliados, em especial o nosso amado presidentO Capitão Brucutu Leão e familiares dele, e perseguir adversários, especialmente se integrantes do famigerado PT.
Conforme relata o Estadão desta quarta-feira, 06, “a Polícia Federal [que é subordinada ao ministro] pediu ao relator da Operação Lava Jato no STF, Edson Fachin, a prisão temporária da ex-presidente Dilma Rousseff, em inquérito que apura possível compra de apoio do MDB para eleição dela em 2014”. O pedido foi negado, mas ele permitiu que a ex-governAnta seja ouvida em depoimento.
Palavras do ministro: “Nada obstante, esteja satisfatoriamente demonstrada a plausibilidade das hipóteses investigativas levadas a efeito pela autoridade policial, a pretensão de restrição da liberdade dos investigados [foram dez pedidos de prisão] não se encontra provida da indicação de concretas condutas atentatórias às apurações que evidenciem a necessidade da medida extrema”. Em resumo, prender por que, se a PF não provou que há obstrução às investigações?
Dilma Rousseff é inocente? Cabe à PF provar que sim! Não duvido de nada vindo do PT.
Contudo – e eis aqui a patifaria de sempre –, São Sergio Moro caga e anda para o Senhor Rachadinha Fabrício Queiroz e só apura o laranjal do PSL porque isso interessa diretamente a… Jair Bolsonaro. Ora bolas, da forma como esse danado se conduz, não se pode esperar outra coisa, não é mesmo?
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HOJE DARIA FOGUINHO PELA QUARTA VEZ NA PREFEITURA
É exatamente o que venho dizendo faz tempo: será complicado para a oposição tirar a cadeira do prefeito Edvaldo Nogueira. No meu entender, talvez o único com alguma possibilidade seja Valadares Filho. Ele, contudo, enfrenta diversas questões que o emperram: falta de liderança na oposição;

sempre contratar gente de fora para suas campanhas [dizem que ele não confia nos profissionais locais]; um grupo que esteja minimamente organizado; desconfiança dos mecanismos técnicos [pesquisas, grupos de estudo]; muita gente ao seu lado que só diz amém; e um pai que por vezes atrapalha mais do que ajuda... O colega Adilberto de Souza [no FaxAju, hoje] é quem faz a análise, com a qual corroboro.
Ouvido por Adilberto de Souza , o ex-senador Antônio Carlos Valadares concorda que Foguinho seja um osso duro de roer, porém, não analisa a política e suas circunstância, como seria de esperar de alguém calejado no assunto eleição e derrotas. Ao contrário, faz corolário em torno da figura -- para ele duvidosa! -- do prefeito, como se a gestão não valesse nada…
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Comentário do colega Diógenes Brayner acerca da malquerença do senador aposentado Antônio Carlos Valadares com o prefeito Edvaldo Nogueira:
Não entendeu nada

Um político, também da velha guarda, disse que não entendeu essa posição do ex-senador neste momento. E lembrou que ele deixou de estar com Edvaldo Nogueira em 2016, quando houve a disputa pela Prefeitura de Aracaju com Valadares Filho.

* Lembrou que nas eleições de 2012 Valadares Filho (PSB) foi candidato prefeito da Capital exatamente com apoio de Edvaldo Nogueira, que administrava a cidade.
* Lembrou, também, que nas eleições de 2016, o PSB recorreu ao DEM para tentar eleger Valadares Filho à Prefeitura, trazendo ACM Neto para uma manifestação no Iate.


DOU UNS PELOS OUTROS…
As redes sociais explodiram de uns dias para cá na guerra de versões entre petistas e bolsonaristas, frutos da mesma cepa genética política, e separados na maternidade! Vejamos a tal da ditadura, o papo da vez: cada um tem a sua para aplaudir…
Os petistas são os ardorosos defensores das ditaduras de esquerda espalhadas pelas Américas, África e Ásia, e não se importam de fazer loas e decantar em versos e prosas figuras como Fidel Castro, Ché Guevara, Hugo Chávez, Teodoro Obiang Nguema [há 34 anos no poder na Guiné Equatorial], Kim Jong-un, Nicolás Maduro, Evo Morales e tantos outros do mesmo naipe.
Porém, quando o assunto é a ditadura militar brasileira e as de direita das Américas e mundo afora, sai de baixo! Os adjetivos são sempre os piores possíveis…Alguns até choram e lamentam as torturas vividas na própria pele e exibem os holerites de compensação – no alheio é refresco, claro!
Agora, faça exatamente o percurso inverso a fim de decantar o discurso bolsonarista de apologia à ditadura: condena todas aquelas alegoricamente aplaudidas pela esquerda e fazem loas aos Anos de Chumbo no braziU – incluindo o famigerado Ato Institucional Nº 5, o AI-5 – e às ditaduras de Argentina e do Chile de Augusto Pinochet, e ainda riem da cara de quem teve entes queridos “sumidos”.
São essas as peças políticas que estão em voga no tabuleiro do País hoje! Temos de conviver com esse tipo de gente escrota e respeitar que conosco coexistam pois esta ainda é uma democracia. Mas quem concorda com esse tipo de discurso, travestido de liberdade de opinião, é igualzinho a essa famigerada turba, esteja à esquerda ou à direita ou na coluna do meio.