AGENTES DA CIA INTERCEPTAM MARIA MENDONÇA!
ENQUANTO ISSO, DILMÃO TELEFONA PARA OBAMA...

Por David Leite | Quinta-feira, 18/04/2103 | 1h15
Um jornal sensacionalista britânico revelou em artigo publicado no início de 2012 que a CIA – central de inteligência (ou serviço secreto) do governo dos EUA – havia desenvolvido uma poderosa arma secreta capaz de gerar células de câncer em adversários. Além do venezuelano Hugo Chávez e do argentino Nestor Kirchner, teriam sido vítimas dessa nova arma a presidente Dilma Rousseff, (linfoma), seu antecessor Mula da Silva (garganta), o boliviano Evo Morales (nasal) e o paraguaio Fernando Lugo (linfoma).
Outra vítima famosa do maligno dispositivo teria sido o ditador Fidel Castro, notório sobrevivente de centenas de tentativas de assassinato pelos EUA. Boatos dão conta que o próprio comandante-em-chefe teria avisado ao falecido Hugo Chávez – que Lúcifer o resguarde, pois merecedor – para ele se ligar, pois essas pessoas (a CIA) têm desenvolvido tecnologia. “Você é muito descuidado. Cuidado com o que você come e com o que te dão para comer... Uma pequena agulha te injeta e você não sabe o que é”, teria dito o moribundo líder cubano.
Dentro desse cenário especulativo, causou muita surpresa e burburinho em Itabaiana, Sergipe, a presença na terça-feira 16/04 de dois agentes da CIA, que após várias buscas e contatos locais conseguiram interceptar a deputada estadual Maria Mendonça (PSB), filha do saudoso Francisco Teles de Mendonça, o indefectível Chico de Miguel. O governo dos EUA quer saber como a parlamentar sergipana consegue, sem qualquer aparato tecnológico visível, causar câncer em terceiros, supostamente apenas com a força do pensamento.
A revelação desse poder altamente destrutivo de Maria Mendonça foi feita pelo senador sergipano Antônio Carlos Valadares (PSB/SE). Num discurso para militantes e simpatizantes do seu partido no fim de semana passado, o parlamentar disse ser a deputada a responsável por implantar a grave neoplasia que ora acomete o governador Marcelo Déda, lograda com inegável êxito no período da querela sobre a votação pela Assembleia do Proinveste – a tal linha de financiamento especial destinada a salvar governos falidos.
O interesse do governo dos EUA é meramente econômico – como sempre, aliás! É que desde o governo de Richard Nixon, quando supostamente os primeiros experimentos com o trabuco disseminador de câncer (denominado pela CIA de Vavatrom) tiveram início, já foram torrados vários bilhões de dólares em seu desenvolvimento e aprimoramento. Como Maria Mendonça seria portadora de um “dom” natural, querem levá-la a Washington para realizar testes.
Porém, ao saber do interesse estratégico dos EUA nos poderes secretos da deputada sergipana, Dilma Rousseff determinou a agentes da ABIN, órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência – SISBIN, a captura e expulsão imediata dos agentes da CIA. Em seguida a presidente telefonou para Maria Mendonça solicitando dela que nada mais revele sobre sua fascinante “arma”, até que seja examinada pelas Força Armadas. Ainda ligou (clique na foto para ampliar) ao presidente Barack Obama, reclamando da “intervenção” dos EUA em assuntos do Estado Brasileiro.
Tudo indica, Antônio Carlos Valadares descobriu uma “bomba”... 

MENDONÇA PRADO FARÁ CURSO DE BOAS MANEIRAS?
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.Por David Leite | Segunda-feira, 15/04/2013 | 19h05
Certa feita o jurista Hélio Pereira Bicudo, fundador do Partido dos Trabalhadores e militante dos direitos humanos – lutou contra a ditadura e contra o Esquadrão da Morte (Rota) em São Paulo – chegava esbaforido, passos miúdos e rápidos, a um elevador cuja porta já estava fechando. Conseguiu subir e foi cumprimentado pelo polêmico jornalista Lenildo Tabosa Pessoa – verve elegante e estilosa, crítico sutil e mordaz, notabilizado por posições conservadoras, antagônicas ao comunismo e à Teologia da Libertação –, que já estava lá dentro.
Bicudo e Lenildo eram inimigos figadais. A troca de farpas da dupla através da imprensa era motivo para debates calorosos nas rodas políticas, com respectivas torcidas. Hélio Bicudo odiava a subserviência de Lenildo Pessoa à causa da ditadura e Lenildo Pessoa achava que Hélio Bicudo era apenas um juiz oco, falastrão e sem causa. O doutor não respondeu ao cumprimento! O Jornalista insistiu por mais duas vezes. Por fim, obteve resposta: — Não cumprimento filho da puta! "Mas eu cumprimento", replicou Lenildo Pessoa...
Hoje pela manhã, cena semelhante ocorreu durante solenidade do Ministério Público Estadual (MPE) de Sergipe na qual se debatia uma proposta de emenda à Constituição. Ao chegar ao evento com ele já iniciado, o senador Eduardo Amorim dirigiu-se aos membros da mesa oficial e cumprimentou a todos. Ao tocar no ombro do deputado federal pelo Democratas Mendonça Prado, foi ignorado. O senador insistiu no cumprimento. Não foi atendido!
Após discursar, Eduardo Amorim repetiu o ato, cumprimentando todos os presentes à mesa. Mais uma vez, desta feita de cara amarrada, o deputado lhe negou a mão. Ouvido pelo diário eletrônico Sergipe247, Mendonça Prado afirmou ser "um homem de convicções". Disse mais: "Poucos fazem o que eu fiz hoje. De expor opinião e ideias". Ideias? Sobre o quê? Bons modos?
Lenildo Pessoa é quem tinha razão! O legal é ser fidalgo...  

METADE DA IMPRENSA DE SERGIPE VENDIDA?
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Por David Leite | Domingo, 14/04/2013 | 10h50
O bate-papo entre Gilmar Carvalho e Edvan Amorim levado ao ar na manhã de sexta-feira (12) pela Ilha FM deixou muita gente chateada e outro tanto – sobretudo políticos governistas – a beira de um ataque de nervos... De tudo dito no colóquio apenas um tema me interessa. A afirmação do empresário acerca da imprensa de Sergipe: “Dos três jornais diários, dois são vendidos ao governo”.
No meu entender, Edvan Amorim falou quase nada sobre as pilantragens praticadas por jornalistas para favorecer interesses políticos. Um insider no métier, o empresário conhece como poucos os bastidores da imprensa e da política em Sergipe. O cabra chegou a denunciar a existência de jornalista – não citou nomes – cuja esposa estaria lotada num gabinete de autoridade do governo Marcelo Déda recebendo salário de R$ 12 mil em troca de favores “jornalísticos”.
O líder do PTB aconselhou o consumidor de notícias a abrir os olhos, pois haveria certas matérias “financiadas com o dinheiro público”. Na avaliação dele, metade da mídia sergipana estaria vendida – além dos citados “dois” diários, sites, blogs e emissoras de rádio e TV também teriam opiniões compradas com grana pública... É natural governos pagarem aos órgãos de imprensa e mídia para divulgar material de propaganda. A provocação de Edvan Amorim foge a esta regra. Jornalistas, radialistas e outros bichos se serviriam de um “mensalão” para agir de acordo com a cartilha do poderoso de plantão.
Tenho denunciado que o governo estadual contratou ano passado a peso de ouro – falam em R$ 35 mil por mês – um mega radialista cuja missão é difamar políticos que destoam da gestão Marcelo Déda. A serpente falante dos olhos esbugalhados, de cabeça redonda avantajada, pança proeminente e pernas finas é uma usina diária de impropérios a execrar, achincalhar, injuriar...
Também não é novidade a existência de uma malta de ratos cibernéticos disfarçados de “independentes”, designada por um prócer da Prefeitura de Aracaju para promover no Twitter uma campanha eleitoral extemporânea, já devidamente estancada pelo TRE/SE. A cambada de murídeos agora esperneia e usa parte da imprensa para tentar ludibriar o público, posando de vítima.
Talvez não seja politicamente correto dizer certas verdades de forma tão nua e crua. Talvez Edvan Amorim tenha apenas fugido um pouco do seu costumeiro figurino, geralmente cândido e voltado ao diálogo manso. Mas não há dúvida que o papel da imprensa na seara política integra a pauta de discussão do líder do PTB, que já avisou: não ficará calado! Valei-me, Céus...  

EDVAN AMORIM, UM OSSO MUITO DURO DE ROER

Por David Leite | Quarta-feira, 10/04/2013 | 22h10
Do genial Millôr Fernandes, recordo uma referência ao gosto do momento, após assistir ao líder político mais paparicado e temido da última década em Sergipe, numa propaganda do PTB na TV (vejam o vídeo abaixo): estou boquiaberto e ainda não consigo boquifechar.
Edvan Amorim não é brinquedo, não! Ao contrário do que supunham os adversários e na contramão do que sugerem os seus próprios aliados, o pragmático empresário resolveu botar a cara para bater. Tem coragem...
Aliás, não só coragem. Tem também outros autoproclamados atributos. “Para nós, compromisso político tem valor e palavra dada não volta atrás. Venha para o PTB. Com novas ideias e mais trabalho, vamos escrever juntos uma nova história: mais crescimento, mais empregos e benefícios sociais para todos os sergipanos”, conclama.
Como diriam os antigos, pra seu governo, Edvan Amorim não dá nunca ponto sem nó. A família e alguns correligionários têm sido sistematicamente atacados por todos os lados. No entanto, ele não se faz de rogado e surpreende pelo discurso agregador e solícito.
O governo estadual contratou ano passado a peso de ouro – falam em R$ 35 mil por mês – um mega radialista cuja missão é difamar Edvan Amorim e políticos a ele ligados, sobretudo o irmão senador. A serpente falante dos olhos esbugalhados, de cabeça redonda avantajada e pernas finas é uma usina diária de impropérios. Hoje, numa espécie de mea culpa, disse ao final do programa que tem “consciência do dever cumprido”. Claro! Afinal, cumpre direitinho a tarefa de execrar os únicos verdadeiros adversários da gestão Marcelo Déda na atualidade. Politicamente perigosos, de fato...
Na Prefeitura de Aracaju, reunião realizada dois meses atrás num gabinete próximo ao do prefeito definiu a estratégia de enfraquecer o provável candidato a governador do PSC (partido sob influência de Edvan Amorim) e inflar o susceptível ego de João Alves Filho, a fim de induzi-lo a sair candidato em 2014 e liberar a cadeira para José Carlos Machado, seu vice. Um grupo de ratos cibernéticos foi designado para promover no Twitter uma campanha eleitoral extemporânea através de uma #Hashtag, cujo uso foi proibido pela justiça. A cambada agora chora...
Apesar disso, o líder do PTB não se intimida e através do rádio e da TV passa uma mensagem pessoal de confiança na política, nos políticos e no futuro de Sergipe, que se encerra aludindo a um “novo projeto de desenvolvimento” para o estado e para os sergipanos.
Com tanta perspicácia e desenvoltura a despertar ciúme, inveja e dores de cabeça, com tantos poderosos a tentar limar-lhe os beiços, o danado do Edvan Amorim promete ser um osso muito duro de roer! Sigamos a fera de perto, sempre muito atentos...

Atualizado às 10h05 | Por David Leite
NEM O DANADO DO CLÁUDIO NUNES RESISTIU...
O jornalista comenta hoje no blog dele (Infonet):


Valor da palavra
O empresário Edivan Amorim, presidente estadual do PTB, raramente aparece em público, não faz discurso ou propaganda e só dá entrevistas no rádio quando a última trincheira está sob ameaça dos inimigos. Líder de um expressivo grupo de oposição com 11 partidos, 14 deputados e 1 senador, mais de 30 prefeitos e dezenas de vereadores, ele é de atuar sempre na retaguarda, aliás, com reconhecida competência.

Valor da palavra II
Talvez, por isso mesmo, sua surpreendente e bem produzida aparição como principal protagonista das inserções do PTB na televisão esteja repercutindo tanto no meios políticos desde ontem à noite. Edivan Amorim assumiu uma nova e avançada posição estratégica no front dessas preliminares operações de guerra política. E, diga-se de passagem, saiu-se muito bem.

Valor da palavra III
Sua mensagem é simples, objetiva e inovadora. Parte do compromisso histórico do PTB - progresso e justiça social - e sobre esse conceito aplica sua marca registrada: "...compromisso é pra ser cumprido e palavra dada não volta atrás". Isso é tudo o que magnetiza a classe política sergipana desde que faleceu o ex-deputado Antônio Carlos Franco (PMDB) igualmente famoso pelos acordos fechados e cumpridos â base do fio do bigode.

Valor da palavra IV
O empresário Edvan Amorim conclui anunciando a criação de novo projeto de desenvolvimento para Sergipe com ideias inovadoras, gente nova, mais trabalho, mais empregos para os jovens e benefícios sociais para todos. A mensagem do PTB remete sutilmente a missão para o PSC, partido que faz do seu irmão, o senador Eduardo Amorim, um virtual candidato ao governo em 2014, com propósitos de mudanças políticas e administrativas em Sergipe. A propaganda é boa e o debate de ideias deverá ser ainda melhor.
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ESSE OTÁRIO SOU EU – SE LIGA, MALANDRO

Por David Leite | Segunda-feira, 08/04/2013 | 10h45
Acordei hoje com mania de horóscopo. Fui consultar o que os astros previam para mim... Verdade ou não, diziam que o Sol transitará pela minha Casa 2, enquanto a Lua estará transitando pela primeira casa do meu mapa astral, aproximando-se do Sol, o que sugere que minha “beleza e inteligência estariam em consonância com a Lua na primeira casa, favorecendo o surgimento de pessoas invejosas, ciumentas e adversários com desejo de perturbar”.
Horóscopo é invenção de chinês... e a China é o maior Paraguai do mundo. Mas que previsão astrológica deixa a gente tonto de vez em quando, isso deixa...
A pior coisa do mundo é ciúme de homem... Mas o que é o ciúme de homem? Por sua natureza e efeitos, o ciúme de homem se aproxima da inveja. Porém, entre ele e a inveja permanecem certas diferenças. Na inveja, o outro não merece o que tem, mesmo que tenha trabalhado duro para conquistar – notoriedade pública, reconhecimento, por exemplo! Já no ciúme de homem, não se deseja ver partilhado com outrem o que se julga próprio, seu. Seja o espaço político, uma nesga de poder, a esperança de um bom emprego no futuro, e por aí vai.
Triste do homem que sinta ciume de outro homem, em qualquer aspecto da vida: no amor, no trabalho, na amizade... O receio da perda, o medo de ser deixado para trás são dores inseparáveis do declínio. Jamais será plenamente feliz o homem ciumento. Sempre estará desatinado às vinganças.
Por outro lado, há pessoas que se acham espertas – lembro-me de um ditado de um vigarista carioca: “Malandro demais vira bicho”. Vejam vocês os meninos chorões, os paus-mandados... Os caras esculhambam um sujeito, dizem que ele e sua família são do mal, acusam o melhor amigo de ser envolvido com roubo de galinhas, que juntos formam um bando...
Depois de chamados à responsabilidade, posam de bons moços, de gente boa... de vítimas da injustiça! O cabra quando entra num ringue tem de resistir ou cair com a cara na lona. Choramingar, apelar por Deus ou pelo Diabo ou correr da cruz não vale... Mesmo os chorões são machos em algum momento na vida.
Acho que vou consultar o horóscopo para amanhã...

RATOS DE REDES SOCIAIS: VAMOS EXTINGUIR ESTA PRAGA
Ou: “Agente tamém sabemo xafurdar na lama, çi for pressizo”...

Por David Leite | Sexta-feira, 05/04/2013 | 10h50
Nos últimos anos tenho dedicado meu tempo livre ao estudo dos novos fenômenos da comunicação – as redes sociais na internet – e sua influência na sociedade, sempre tão displicente quanto a manipulação de ideias e conceitos.
O uso intensivo do rádio e posteriormente da televisão para causas políticas teve seu tempo áureo – vide Segunda Guerra Mundial (dr. Paul Joseph Goebbels) e embates eleitorais inesquecíveis, como aquele entre John F. Kennedy e Richard Nixon, em 1960. Hoje, o palco político, a nova arena de disputa para consquistar votos e adeptos é a internet, por meio do Twitter e do Facebook.
Sem mais delongas, vamos ao que interessa. Quando estive adjunto da Comunicação na gestão de João Alves Filho (2005/2006), convenci um reticente César Gama, titular da pasta, a mandar para o quinto dos infernos nossa turma de ratos de rádio, mantidos até então. Foi o contributo para tentar extinguir uma praga vezeira de opinar sobre qualquer assunto com “independência”.
Mas que independência, se eram pagos por nós para nos defender quando atacados pelos radialistas de plantão e por adversários, fosse pessoalmente ou através dos seus ratos de rádio? Que credibilidade pública podiam ter se eram até identificáveis, havendo inclusive um rodízio para não marcar as vozes? Ao assumir o governo, Marcelo Déda achou por bem reativar o ninho e eis que os ratos de rádio voltaram com força ainda maior, daquela feita com uma missão específica: detonar o ex-governo.
Não houve um único dia nos anos de 2007 e 2008 (eleitoral) em que o Negão não fosse lembrado como causador das maiores mazelas perpetradas contra Sergipe, a Administração Pública e, sobretudo, o Erário. João Alves Filho foi alvo da mais insidiosa e patife campanha contra um político sergipano na história recente.
Com o advento da internet e suas poderosas redes sociais que agregam sobretudo a juventude e os adultos mais descolados, surgiu uma nova modalidade de detratores da moral alheia e disseminadores de conteúdo político negativo destinado a adversários: os ratos de Twitter e Facebook.
Reconhecer um desses murídeos é fácil demais: geralmente são jovens, posam de estudantes, de independentes, de desinteressados e, acima de tudo, de politicamente engajados. Porém, todos esses atributos se misturam ao esgoto da política, com essa gente sendo remunerada para realizar o trabalho sujo.
Os exemplos de ações pútridas patrocinadas por políticos são muitos, sobretudo quando estes estão no poder. Na ânsia de esconder do eleitor os ataques pérfidos contra seus adversários – muito por causa da falta de coragem para fazê-lo frente a frente, porque macaco velho sabe em que cipo se balança –, contratam os serviços dos murídeos de redes sociais, muitos a peso de ouro.
Toda expressão do cidadão comum é bem vinda, porquanto ele é de fato o verdadeiro “dono” do poder, sendo os políticos apenas representantes do povo. Assessores remunerados ou não, por seu turno, são de pronto reconhecidos pois se identificam e, assim, emitem opiniões com o selo, a cara do político a quem representam. Os ratos de redes sociais, não! Assim como os ratos de rádio, fingem que são independentes. Contudo, fazem um jogo imundo, usando do oportunismo dissimulado, cujo o fito é engambelar trouxas e desatentos.
Noutras partes do mundo civilizado, os ratos de rádio foram banidos. Entretanto, a praga dos murídeos de redes sociais está disseminada no planeta inteiro onde o acesso a internet é livre. Caberia então aos políticos e seus assessores conscientizarem-se da necessidade urgente – ao bem da política e da própria classe dos políticos – de jogar limpo e obrigar aqueles a quem contratam (e são remunerados para tanto) a se identificarem publicamente. O cidadão comum, o eleitor, o consumidor de opinião não pode mais ser enganado.
Hoje trabalho para o PSC – assim como por 17 anos servi ao Democratas – e não escondo isso de ninguém. Minhas opiniões são públicas. Mantenho este espaço pessoal para discutir política, mas busco sempre elogiar ou criticar com responsabilidade, tendo a verdade como arma primeva e da qual nunca me desvencilho. Causaria-me espécie, portanto, ver (por exemplo) políticos “prestando solidariedade” a assessores que se dizem “perseguidos por aqueles que são contrários a liberdade de expressão”, se este fosse um caso real.
Batam-me um abacate com mel, por favor. Liberdade de expressão? Uma ova. Teriam de ter vergonha na face de carranca... Agora, suponha que um cabra banque ratos de Twitter, empregue-os através de outro poderoso numa secretaria qualquer, dê-lhes a função de detratar o adversário, o adversário vá à Justiça para acabar com uma palhaçada, por exemplo; daí a Justiça lhe dê ganho de causa e mande parar com a esculhambação, e os canalhas ainda receberem a solidariedade pública do mandante – o coautor! Seria, convenhamos, uma santa cara de pau...
Eis o clima em que se vive atualmente em Sergipe, com todas as possibilidades que daí advêm, conforme exemplifiquei na suposição acima. O cidadão que se alerte para não ser enganado! Mas fica o aviso, parafraseando o impagável Stanislaw Ponte Preta, nosso querido Sérgio Porto: Restaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos! “Agente tamém sabemo xafurdar na lama, çi for pressizo”...

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PS: Informo, para qualquer fim, que o pensamento exposto acima é de minha total responsabilidade e em nada coaduna com a opinião nem do PSC e muito menos de qualquer um dos seus líderes em Sergipe ou em qualquer outro estado do País. Trata-se de uma manifestação pessoal e restrita deste escriba!

Amigas e amigos, o desmentido de Marcelo Déda...
A VERDADE SEMPRE APARECE - DOA A QUEM DOER
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ANDRÉ MOURA, BABÁ DE MARCO FELICIANO?
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Por David Leite | Terça-feira, 02/04/2013 | 15h55
Ai, ai... Como diria minha Santa Vó Dona Caçula, pimenta no fiofó dos outros é refresco. Esse tal de Marco Feliciano não perde a chance de provar que é ainda mais sem-noção do que afiançam seu alegres adversários, a exemplo do deputado Jean Wyllys, outro paquiderme intelectual cuja estranha mania – algo abjeto, aliás – é tratar como inimigas as pessoas que dele discordam.
Não é que no final de semana o idiota, durante um ato religioso, comparou ex-membros da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, que ora preside, ao próprio Lúcifer? Pessoalmente, penso eu, Marco Feliciano já teve seus procurados 15 minutos de fama. Sim, antes que eu esqueça: tem até um Jô Soares e uma Marília Gabriela agendados!
Todos sabem da minha posição a favor da democrática – por causa do rito legal – permanência do deputado-pastor na CDHM. Mas convenhamos, aquele tagarela nauseabundo não ajuda. Hoje, obrigado pelas circunstâncias, um constrangido André Moura, líder do PSC em Brasília, disse que a fala do pastor causa “preocupação” na bancada. Contudo, voltou a insistir, a decisão de renunciar ao cargo na comissão é “exclusividade” de Marco Feliciano.
André Moura disse ainda não haver mais nada que a liderança do PSC possa fazer sobre o caso, “situação que deixa a todos (os parlamentares do PSC) incomodados”. As declarações do deputado-pastor, na visão do líder, fizeram a coisa tomar proporções maiores, que fogem da alçada da bancada e da liderança.
Trocando em miúdos, o imbróglio Marco Feliciano – mesmo a contragosto de certo radialista sergipano, não é George Magalhães? – terá que ser resolvido pela Executiva Nacional do PSC e pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, não mais por André Moura, que exauriu suas atribuições como líder de bancada.
Na verdade, sabe caríssimo George Magalhães, o que eu queria mesmo era que André Moura fosse babá do deputado Marco Feliciano, como foi Dona Filó lá em casa... Bastava umas palmadas bem dadas e a bagunça estava resolvida!  

CARLOS CAUÊ, AS BANANAS E O BANANAL

Por David Leite | Terça-feira, 19/03/2913 | 10h55
É um tédio comer banana pela manhã – ou a qualquer hora! Meu pai, Seu Ricardo, adora uma bananinha madura batida com mel e salpicada de limão. Prata, preferencialmente. Lá em casa nunca passamos fome. Mas confesso: banana talvez só caia bem numa vitamina – leite, chocolate, maçã, mamão...
Muita gente costuma dar uma banana quando a situação assim o requer. O gesto de apontar o cotovelo para o interlocutor. O secretário de Comunicação Carlos Cauê é apreciador de bananeiras. Tem várias delas plantadas no jardim de casa. Ele também adora Paris! Mas quem não adoraria? Não sei se os franceses gostam de banana. Sei apenas que muito do que fazemos vem do inconsciente.
Depois de mexer e remexer em cacholas de todo tipo, tamanho e padrão, o neurocientista britânico do University College em Londres Chris Frith concluiu: “Cerca de 90% do que nosso cérebro faz nunca chega à consciência.” Somos guiados pelo inconsciente.
Aliás, o “inconsciente freudiano” – o tal armazém de memórias e fantasias sexuais acessáveis pela psicanálise – seria uma grande balela, isso porque a mente subliminar estaria interconectada e influenciaria nosso pensamento racional o tempo todo.
Carlos Cauê é poeta de humores. Nunca li nada de sua lavra sobre bananas e bananeiras. Sei somente que a WG Produções fatura algo como 90% de toda a verba de produção da Comunicação. Cascas de banana no caminho: todos sabemos onde despacha o secretário, mas no Facebook ele diz “trabalhar” na WG Produções (veja foto, clique para ampliar).
Vejam o que é o inconsciente! Somos todos uns bananas... Claro que Carlos Cauê jamais trabalhou na WG Produções. Por lá – talvez! – ele só plante e colha... bananas. Talvez, talvez...

CLÁUDIO NUNES É MUITO ESPERTO, NÃO DUVIDEM

Por David Leite | Sexta-feira, 15/03/2013 | 10h15
Quisesse um dia ser eu um cara esperto, mirar-me-ia em Cláudio Nunes, aquele comentarista político do Portal Infonet. O danado jornalista dorme e acorda pensando numa maneira de transmutar o realismo fantástico governista à real realidade: o factual... Certamente, não é uma tarefa fácil – nem para qualquer um!
Ensinam os mestres que o Realismo Fantástico – proeminente escola literária do século XX – tem sido considerado por muitos estudiosos como a resposta da América Latina à Literatura Fantástica da Europa. Alguns professores também o tratam por outros nomes como Realismo Mágico ou Realismo Maravilhoso.
O Realismo Fantástico expõe personagens com intuição e previsões como sentidos humanos natos, pelos quais elementos mágicos surgem em meio a história e não têm necessariamente explicação plausível. A noção de tempo também é distorcida: o presente pode se repetir por muitas vezes. A fantasia e o real se fundem ao cotidiano com elementos inusitados que no contexto fazem parte da história. No meu pensar, Gabriel García Marquéz (ganhador de um Nobel de Literatura) e Jorge Luís Borges são os maiores escritores do gênero.
Antes que me atirem pedras, afianço: longe de mim querer comparar a estética sintática de Cláudio Nunes à estatura dos criadores de “Um general em seu labirinto” e “Ficciones”. Ou mesmo querer agregar valor literário aos escritos do analista político. Não! Trata-se apenas da justaposição explícita do uso da técnica de distorcer a realidade factual com o fito de envernizar o entalhe carcomido.
No poslúdio de “Do legado rico da honestidade”, sua análise de hoje, o diarista da Infonet diz – volto comentando acerca mais abaixo:
“O maior legado do governador Marcelo Déda não serão as dezenas de obras de pequeno e médio porte construídas em todos os municípios. Não serão as rodovias construídas e recuperadas. Não serão as duas pontes – Joel Silveira e Gilberto Amado.
O maior legado do governo Déda não precisaria ser ressaltado se o Brasil fosse um país sério, porque é uma obrigação. O maior legado do governo Déda até a oposição reconhece: o zelo com o dinheiro público.
O legado deixado pelo governador Marcelo Déda é de que os recursos públicos podem ser aplicados com transparência, compromisso e respeito.
E como bem escreveu William Shakespeare: "Não há legado mais rico que a honestidade.”
Comento: observem o estandarte mágico da moralidade incontestável, do ilibado acima de qualquer suspeita, do praticante que faz e acontece... Ainda bem que Cláudio Nunes não acredita no que a propaganda do governo do PT afiança serem “grandes obras”. Ele as caracteriza com os adjetivos realísticos: “de pequeno e médio porte”. Seria vexaminoso, mesmo para alguém como ele...
O realismo fantástico que mescla um mundo abstrato ao cotidiano das pessoas comuns surge na pena de Cláudio Nunes na designação do que define como o “maior legado do governo Déda”, que até a oposição reconheceria: “o zelo com o dinheiro público.” Marcelo Déda pode não roubar e até pode não deixar que roubem, no entanto mantém distância galática do zelo com o Erário público.
Gastar mal é tanto ruim quanto roubar, pois tira do pobre a saúde pública que lhe mantém vivo, já que não pode usufruir das benesses dum Sírio Libanês. Não pagar a quem deve é trágico para a sobrevida dos pequenos e médios negócios, em prejuízo de operários e trabalhadores assalariados. O descumprimento da lei do piso nacional dos professores compromete o maior dos bens futuros: uma geração letrada e preparada para os desafios do emprego moderno! Entupir a máquina governamental de apaniguados do poder carcome o serviço público e limita investimentos.
O mundo real cobra as promessas de mudar para melhor feitas por Marcelo Déda na campanha de 2006 e referendadas na campanha de 2010. Gente de carne e osso, com sonhos a realizar. Sonhos simples, como ter segurança para ir e vir e a oportunidade de ver os filhos num trabalho digno! Gente que enxerga o óbvio perjúrio praticado por Cláudio Nunes quando faz a citação do barroco William Shakespeare – “Não há legado mais rico que a honestidade”. Um abstrato contexto (re)criado pela pena do jornalista.
Melhor seria recorrer a um clássico moderno, de um universo realmente fantástico – “Alice no País das Maravilhas!”, escrito por Lewis Carroll em 1865. Diz Alice: “Aqui parecem todos malucos”. Reponde o Gato Cheshire: “É verdade, eu também sou maluco… Completamente maluco.” Alice: “Eu não.” Gato Cheshire: “Claro que és. Se não fosses maluca, não estavas aqui...” Muito sensato!