TEM UMA BARATA NO MEU PASTEL...
OU A IMPRENSA PRECISA "COMBINAR" A VERDADE

Por David Leite | Quarta-feira, 07/02/2013 | 12h40 | Política
Afinal, o prefeito João Alves Filho está ou não candidato à sucessão do governador Marcelo Déda? A dúvida decorre da contradição entre duas informações trazidas à público por dois dos mais badalados jornalistas políticos de Sergipe.
No início da semana, Gilmar Carvalho publicou em seu site uma (agora suposta) afirmação do Negão dita no sábado, garantindo "que não pretende ser candidato a governador em 2014 e que seu projeto é ser o melhor prefeito da história de Aracaju".
Já ontem à noite, através do Twitter mas sem especificar quando obteve a informação, Diógenes Brayner afirmou que "João Alves Filho (está) animadíssimo com (os) números favoráveis à sua candidatura a governador, embora (na opinião do jornalista, ainda) seja muito cedo (para discutir o assunto)".
Em quem confiar, então? Quem trouxe a verdadeira verdade? De que fontes os distintos colegas tiraram tais informações? Quem as pode negar ou confirmar? Eis o insondável do mundo...

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(Atualizado às 13h25)

O BICHO ESTÁ PEGANDO...
Mais uma para por lenha na fogueira. O jornal on-line Sergipe 247 publicou que o Negão teria convidado o prefeito de Socorro, jornalista Fábio Henrique, para ser seu candidato a vice numa suposta chapa para 2014...
De acordo com o Sergipe 247, “... Fábio Henrique teria ficado surpreso com o convite – e mais surpreso ainda com a disposição de João em disputar outra vez o Governo do Estado, pleito que perdeu em 2006 e em 2010, para o governador Marcelo Déda (PT). 'Você será candidato de novo, João?', teria questionado o prefeito de Socorro”.

Leia agora: http://www.brasil247.com/pt/247/sergipe247/92909/Jo%C3%A3o-Alves-convidou-F%C3%A1bio-Henrique-para-ser-seu-vice-em-2014.htm.

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(Atualizado às 15h35)

O SUPOSTO VICE NEGA...
O prefeito Fábio Henrique, ouvido por Gilmar Carvalho, em entrevista na Rede Ilha, negou que tenha recebido o convite para ser vice do Negão em 2014... "Conversei por cerca de um minuto e meio no camarote da Prefeitura de Aracaju (no Pré-Caju) somente sobre o sistema de transporte coletivo de passageiros", disse ele ao deputado-radialista.


AO GARANTIR QUE NÃO SERÁ CANDIDATO EM 2014,
JOÃO ALVES FILHO ABRIRIA ESPAÇO À RENOVAÇÃO?

Por David Leite | Quarta-feira, 06/02/2013 | 12h35 | Política

João Alves Filho voltou a afirmar (no sábado passado) – segundo informa Gilmar Carvalho em seu site – “que não pretende ser candidato a governador em 2014 e que seu projeto é ser o melhor prefeito da história de Aracaju”. De fato, o Negão pode estar a agir apenas com a devida cautela, sem qualquer afobação...
Político experiente, João Alves Filho compreende o anseio do povo para que cumpra as promessas de campanha. Sabe ainda que 14 meses – teria de deixar o cargo em fins de março de 2014, por força da Lei Eleitoral – é tempo exíguo demais para realizar a “revolução” esperada. Ademais, ele também não ignora que parte majoritária do seu sucesso nas urnas se deve sobretudo ao desencanto com as más gestões dos antecessores, audazes na falação e pífios no fazer.
Porém, caso seja essa mesmo a real intenção do prefeito de Aracaju, hoje aclamado como estrela política por onde passa – motivo aliás, para induzi-lo àquela coceira típica de quem deseja “algo mais” –, a oposição precisa urgentemente trabalhar um novo nome, dentre aqueles com melhor perfil para combater adversários de muito peso – peso político e peso da máquina...
Com efeito, no mesmo site de Gilmar Carvalho, o vice-governador Jackson Barreto reafirmou-se “candidatíssimo”. Ao ser questionado se o seria mesmo sem apoio do governador Marcelo Déda, JB saiu-se com uma gargalhada que acabou sendo interpretada pela imprensa ligada ao PT como um “sim!”. Já o senador Antônio Carlos Valadares, outro aliado do governo, não perde tempo em também mostrar-se “disponível, se for o caso” – sem esquecer Valadares Filho.
Com tantos governistas “dispostos” – alguns nomes do PT, como o do doutor (ele gosta de ser chamado assim) deputado Rogério Carvalho, também voltaram a ser comentados até pelos adversários –, Marcelo Déda torce para que a oposição se divida, lançando várias candidaturas. Ação que, no entender dele, facilitaria a permanência do grupo no poder.
A João Alves Filho interessa fazer uma grande gestão. Quem sabe – se o ego comum a todos os que se nutrem do poder assim o permitir –, não estaria o Negão reproduzindo “a voz que vem do coração”... Seria a porta aberta à renovação política? A oposição, bem sabe o prefeito, tem nomes simpáticos ao eleitor, com boas chances de vencer o certame. Nomes como o do deputado Mendonça Prado, do vice-prefeito José Carlos Machado e do senador Eduardo Amorim, talvez o mais bem cotado entre todos os demais do grupo.
No entanto – e vejam que os governistas já perceberam isso faz tempo, e estão se movimentando em Aracaju e no interior –, trabalhar já o tal nome deve ser a meta dos oposicionistas, se quiserem de verdade retomar o poder estadual. O desgaste de Marcelo Déda é grande, sim! Mas ele conta com a força do Governo Federal, ainda bastante perolado entre os menos esclarecidos. E com a aprovação do Pró-Investe, terá muito mais bala na agulha. Ficar na moita, significa dar chance demais a um adversário tão poderoso e sagaz...

EQUÍVOCO OU APENAS MAIS UMA SACANAGEM?

Por David Leite | Terça-feira, 05/02/2013 | 12h55
Há um "equívoco" da imprensa de Sergipe ligada ao governo do PT quando afirma ter o senador Eduardo Amorim convertido-se ao Pró-Investe sensibilizado com as lágrimas de Marcelo Déda – ou seria mais uma das sacanagens usadas para queimar adversários do regime estrelado?
Vejamos... o senador do PSC, basta rever suas declarações, defendeu todo o tempo o que quem tem vergonha na cara deseja: transparência! Desde o início, Eduardo Amorim sugeriu a Marcelo Déda estabelecer onde pretendia torrar mais de R$ 720 milhões. Por fim, aparentemente cansado de guerra, o "humildade" governador aquiesceu aos apelos do líder oposicionista.
Dito e feito. Agora, o senador trabalha para convencer os deputados a ele ligados de que "ampliar o debate, não significou reprovar o Pró-Investe" – lembremos de que ele próprio votou no Senado a favor da implantação do programa, como forma de ajudar os Estados com dificuldades em promover o desenvolvimento.
O financiamento, tudo indica, será aprovado pela Assembleia e ponto final. Com a verba em mãos, talvez Marcelo Déda empolgue-se e passe a trabalhar. Oremos...

COMO DIZ O NÊGO-BRANCO PELÉ:
"SÓ DÓI QUANDO TIRO A CHAPA..."


Por David Leite | Segunda-feira, 04/02/2013 | 18h22
Eis que o grande chefe dos bichos-preguiça, o garboso Marcelo Déda, teve uma ideia genial. Um belo dia, acordou com vontade de derramar lágrimas. Na mesma noite, voluntarioso como sempre, exibiu os olhos marejados para uma plateia organizada pelo brioso Instituto Luciano Barreto Júnior – até Edvan Amorim solidarizou-se com aquele rio nos olhos, e (também)... quase chora.
Mas o mesmo Marcelo Déda encantador dos corações mais sensíveis de Sergipe, horas depois da jeitosa chorumela, nos bastidores parece ter sugerido aos asseclas para não deixar morrer a cantilena de que, sem sua dadivosa falação de pé de ouvido a parlamentares e presidentes de partido, sem suas lacrimosas águas a rolar pela face amadeirada como cepa de umburana, o Pró-Investe seria mais uma vez detonado pela oposição ranhenta e abestada.
Se conselho fosse bom, diria Eu ao chefe Marcelo Déda: cabra de pêia, manda essa turma arengueira (o vice Jackson Barreto, o aliado desinteressado senador Antônio Carlos Valadares, e obviamente, os ratos de rádio e rede sociais nutridos pela SeCom de Carlos Cauê...) ficar de boca fechada. Até as vacas de presépio já sabem que a aprovação do tal empréstimo só vai rolar porque o preto chegou ao branco – se me permite o meu prezado colega e compadre Antônio Carlos de Oliveira Xocolate...
O que antes era um cheque sem destino, sem os devidos encaminhamentos, agora virou um grande cheque nominal, com os projetos de financiamento devidamente explicadinhos... O que, convenhamos, é o correto.
Como diria o Rei do Futebol, aquele que é o negão mais branco deste doce planeta, o meu chapinha Pelé: "Quem avisa, gente, amigo é!" Até rimou.
E tenho dito.

Reflexos de Santa Maria do Rio Grande do Sul
COISA DO BRAZIL – E DE SERGIPE, TAMBÉM...

Por David Leite | Segunda-feira, 04/02/2013 | 14h45
Na quinta-feira passada, o Corpo de Bombeiros em Sergipe resolveu se mexer. Como se movido por um surto de “acorda, cambada”, as casas noturnas de Aracaju foram visitadas pelos militares. Quatro delas já estavam desativadas pelos próprios proprietários, três foram encontradas fechadas e seis, que se encontravam em funcionamento, foram vistoriadas e interditadas. Motivo: falta de atestado de regularidade, que comprova a qualidade da segurança na prevenção e no combate a incêndios. E quem emite essa estrovenga? O Corpo de Bombeiros, imagem só...
O atestado pede requisitos mínimos para funcionamento de locais onde há grande aglomeração, o que compreende extintores, sinalização de saídas de emergência indicando os caminhos para chegar às portas, as saídas de emergência (em si) e a iluminação acionada por gerador ou baterias quando falta luz elétrica. Agora a pergunta que não quer calar: sabe há quantos anos os tais empreendimentos interditados funcionam? No caso de dois deles – Cariri e Mediterrâneo –, a maioria de nós ainda era adolescente.
Santa esculhambação... Precisou morrer uma porrada de gente – até ontem, 237 – para que o Brasil acordasse para a vigarice do faz de conta: o poder público faz de conta que fiscaliza e todos aceitamos calados, fazendo de conta que está tudo como manda o figurino! Coisa do Brazil...

Com informações de http://www.nenoticias.com.br/

Polêmica sobre a Marca da Prefeitura de Aracaju
O NEGÃO ESTÁ MAIS DO QUE CERTO, ORA BOLAS!

Por David Leite | Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 | 14h00
Criou-se uma tempestade por ter eu publicado neste meu ABRA-O-OLHO uma logomarca idealizada por mim e pelo colega Christian Miranda para homenagear Aracaju e a gestão de João Alves Filho, por quem muito lutamos para ver aonde hoje está – e em quem confio, fará uma administração pujante.
Algumas pessoas enxergaram na minha atitude um desejo de “aparacer”, de “criar caso”, de “gerar uma polêmica”, de “cuspir no prato que comeu”, de “trair” o Negão. Nada mais fora de contexto. Como já disse – e reafirmo –, expus um trabalho artístico que considero de valor, sem buscar compará-lo com a logomarca aprovada pelo prefeito – um direito inalienável que ele tem, por prerrogativa do cargo – usando seus próprios critérios.
Por outro lado, como é típico da internet, o povo gosta de se manifestar – e como ou por que impedi-lo de dizer o que quiser? Da mesma forma, é um direito de quem quer que seja propor mudanças em algo que envolve o Poder Público, mesmo que neste caso, no meu parco entender, seja uma visão completamente fora de propósito e sem qualquer base técnica – apenas o desejo de impor uma opinião.
Por que mudar a marca escolhida pelo prefeito, se foi justamente a que ele mais gostou e que viu representar os sonhos do que pretende fazer? O que essa mudança, com toda honestidade, colaboraria no encaminhamento da gestão do Negão? Amigos, trata-se de uma polêmica sem razão e portanto nasceu morta...
Hoje mesmo, Carlos Batalha esclareceu ao jornalista Cláudio Nunes o seguinte: “O processo da escolha da nova marca da prefeitura foi feito entre nove marcas apresentadas. Todas elas foram avaliadas pelo prefeito João Alves Filho, pelo vice José Carlos Machado e outros oito auxiliares. A marca foi escolhida por unanimidade e com o aval do prefeito, que sendo engenheiro gostou das linhas progressivas e do slogan 'O futuro se constrói com amor e trabalho'.” Comunicou ainda que o Negão já disse que não muda nada, no que está mais do que certo, ora bolas...
Enfim, polêmica encerrada, porquanto imbecilmente idiota. Não que tenha eu esquecido o que diz a filosofia sábia de um certo poeta popular sobre o conceito de “unanimidade” – mas isso é outra história.
Aos que ficaram magoados comigo devido ao que considero uma bobagem, por ter eu publicado um trabalho de arte sem qualquer fito senão o de mostrá-lo aos amigos do ABRA-O-OLHO, o meu profundo lamento! Mas a vida é assim, fazer o quê?

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(Atualizado às 18h30)
Amigas e amigos seguidores, este é meu presente a Aracaju, cidade onde nasci e que tanto amo. Nossa querida cidade merece um símbolo... Todas as cidades têm um! Fica esta obra de arte sendo, para mim, a marca da minha cidade (clique na imagem para ampliá-la) -- não de qualquer órgão privado ou público, muito menos de uma administração, apenas a homenagem de um cidadão ao seu reduto. Muito grato a todos...


UM PRESENTE PARA ARACAJU – E PARA O NEGÃO...

Por David Lite | 26/01/2013 | 18h46

(Amigas e amigos, boa noite... Uma rápida explicação: o material (logomarca) foi criado por mim em parceria com Christian Miranda como um presente ao prefeito vencedor, aquele que o povo quis ver no lugar dos bichos-preguiça – e isso, frise-se, foi antes da aprovação da marca atual. Este logo estava entre os oito apresentados ao Negão, de acordo com Carlos Batalha. Creio que seja verdade. A minha intenção ao expor esta criação não é constranger ou forçar barrar nem criticar o material aprovado, o que é um direito de todo prefeito (seja ele quem for). Eu quis apenas exibir um logotipo realizado por gente de Aracaju, em homenagem à nossa cidade e ao prefeito João Alves Filho e que, creio, não podia ficar escondido... Por qualquer mal-estar gerado, minhas sinceras desculpas) Atualizado em 27/01/2013 às 19h22. 
A logomarca de uma gestão pública tem duas funções básicas: dizer por si o que pretende aquela administração (projetos, idealizações, mudanças) e agregar valor a autoestima dos cidadãos. Outro foco possível é valorizar a cidade/estado e seus marcos...
Pensando nisso, em parceria com o publicitário Christian Miranda (diretor de arte), criei um logotipo para a Prefeitura de Aracaju (sem custo de produção, frise-se), que infelizmente foi rejeitado, não obstante atender os requisitos acima mencionados.
No entanto, como acredito na força dele, por enaltecer esta cidade que eu tanto amo, através de duas das mais magníficas obras do Negão e representar tudo que Aracaju tem de precioso – os rios, o mar, o verde, a fauna e a flora –, peço licença aos amigos e amigas para apresentar o resultado de mais de 15 dias de trabalho árduo (clique na imagem para ampliar). Uma homenagem à gestão de João Alves Filho!
Um presente a Aracaju e aos que nela vivem...

 PUBLICADO NO BLOG DE CLÁUDIO NUNES

Nova marca da Prefeitura de Aracaju é quase idêntica a da TechMobile
Do leitor Antônio Carlos: “Quando no calor do Pré-Caju, foi lançada a nova marca da Prefeitura, fiquei a indagar aos meus botões. Já vi algo parecido. Esta semana, caminhando no corredor do Shopping RioMar que leva à livraria Saraiva, me deparo com o box da TechMobile. E, olha a marca!, lembrei. Será que quem criou a da Prefeitura copiou? Não é quase idêntica? Faltou imaginação, criatividade, idEia? Assim, é ganhar dinheiro com muita facilidade, plagiando/copiando criações dos outros”.




ASSUMIREI EU A COMUNICAÇÃO DA PMA?

Por David Leite | 18/12/2012 | 17h45
Muitos são os telefonemas que tenho recebido sobre a possibilidade de o prefeito eleito João Alves Filho ter me consultado/indicado para assumir o cargo de Secretário de Comunicação da Prefeitura de Aracaju. Minutos atrás, por exemplo, recebi idêntico questionamento do jornalista Diógenes Brayner. Por esta razão, resolvi esclarecer:
1 – Creio haver no grupo de João Alves Filho / José Carlos Machado – e até nas cercanias dele – profissionais com melhor qualificação técnica e mais gabarito político do que eu para a função. Mesmo como assessor do Negão nos últimos 17 anos, uma coisa necessariamente não avaliza a outra. Assim é a política e nada a faria ser diferente, porquanto tal indicação é de caráter unicamente pessoal.
2 – Creio que minha ação na internet (Blog, Twitter, Facebook) defendendo a visão de gestão pública do DEM/PSDB (que sempre me pareceu correta) e comentando assuntos nem sempre gratos aos colegas da imprensa, políticos outros e pessoas ligadas à política, logrou trazer-me muita indisposição pessoal – apesar de sempre buscar fazer minhas críticas dentro de um espírito ético (no tocante à verdade), mesmo que naturalmente jocoso, irônico, sem muito “deixa disso”! Portanto, admito, não seria eu o assessor com melhor perfil para a função. Creio até que poderia atrapalhar o projeto administrativo de João Alves Filho, a depender de como tal indicação fosse recebida pelo público e pela imprensa.
3 – Na vida – agora estou aos 45 anos (minha flor da idade) –, aprendi que tudo tem seu tempo e lugar... Neste momento, a hora é de ajudar João Alves Filho a realizar a grande administração que sonha fazer e que tem sido alvo dos seus estudos e pesquisas nos últimos meses. E a melhor forma de ajudá-lo é sendo e agindo como sempre fui/agi: leal profissionalmente, honesto nas opiniões e grato – muito grato, aliás – pela paciência e carinho do Negão no trato para comigo, independente de cargos (seus ou para mim).
Portanto, a título de esclarecimento público, informo que não fui e tenho plena convicção de que não serei convidado a qualquer posto na gestão do Democratas/PSDB, que se inicia a 1º de janeiro de 2013 – menos ainda para a Secretaria de Comunicação.
Grato a todos... Abraços!


* * * Mensalão, o livro * * *
A história contada nos mínimos detalhes – sem firulas

Por David Leite | Domingo, 16/12/2012 | 10h55 | Livros
Conforme prometi, após três dias de rápida leitura – uma prova de que o livro que resenho agora tem o mérito de entreter e informar, sem ser chato –, trago minha visão sobre “Mensalão – O julgamento do maior caso de corrupção da história política brasileira”, do professor de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (SP) Marco Antônio Villa.
Lá pelas tantas, para começar, diante dos constantes entreveros entre o ministro relator Joaquim Barbosa e o ministro revisor Ricardo Lewandowski, o sergipano Carlos Ayres Britto, então presidente do Supremo Tribunal Federal, a fim de apaziguar os ânimos e evitar que o Plenário virasse uma Torre de Babel, saiu-se com esta: “Da nascente à foz, um rio é o mesmo rio.”
Eis uma boa analogia para definir o que quase ocorreu entre o início e o final do julgamento do Mensalão. Por pouco, de tanta atrapalhação sem nexo, aquilo lá não virou uma Torre de Babel escorrendo ao rio, com as inevitáveis consequências para o País. É neste ponto, aliás, que o livro do professor Marco Antônio Villa brilha: de forma sucinta (para os padrões dos historiadores), didática, ele relata cada fase do caso, opinando aqui e ali acerca dos acontecimentos...
Os advogados, sobretudo os mais estrelados, tiveram um tratamento “VIP” no livro – ganharam milhões e mostraram-se inábeis, então fizeram por merecer a derrota. Já os personagens como José Dirceu, José Genuíno e Delúbio Soares são eviscerados, expondo que não seriam mais que vassalos do presidente da República – aquele para quem o Mensalão nunca existiu. Ricardo Lewandowski, “um advogado de defesa disfarçado de juiz”, é massacrado. Marco Antônio Villa não poupa sequer os ministros que agiram para condenar as malandragens do PT, como Celso de Mello, que não escapa de observações irônicas sobre o rebuscamento dos votos...
Dividido em etapas – começando pelo assalto, indo até as condenações –, o livro permite ao leitor um entendimento global do Mensalão, as razões para que houvesse o julgamento, o julgamento em si e a justeza das punições aplicadas, como forma de evitar que o Brasil continue a ser o país da impunidade, onde rico e poderoso nunca vai à cadeia, para cumprir penas por delitos cometidos – e que delitos: a gravidade do Mensalão é exposta como num roteiro de cinema, onde ao final do filme, faz-se justiça, com 25 réus condenados, muitos em regime fechado.
Marco Antônio Villa encerra louvando a independência do Judiciário e a liberdade de imprensa, “que acabaram se tornando, mesmo sem querer, os maiores obstáculos à ditadura de novo tipo que almejam (o PT, claro) criar”. Mas adverte: “As decisões do STF permitem imaginar uma república onde os valores predominantes não sejam o da malandragem e o da corrupção... contudo, para que isso aconteça é preciso refundar a República”.
Eis, então, uma boa razão para que o livro seja lido: informação é poder e quando o leitor/eleitor conhece os políticos que querem representá-lo, errar fica mais difícil. Como diz o jornalista Augusto Nunes (Veja), “o pai de todos os escândalos encontrou seu historiador” – sim, um historiador danado... Recomendo!

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Assista entrevista de Augusto Nunes (Veja) com o professor Marco Antônio Villa, falando sobre o livro “Mensalão – O julgamento do maior caso de corrupção da história política brasileira”: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/marco-antonio-villa-fala-sobre-o-livro-que-o-transformou-no-historiador-do-mensalao/

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Serviço
Mensalão - o Julgamento do Maior Caso de Corrupção da História Política Brasileira
Editora: Leya Brasil

Sinopse
O desenrolar do escândalo e o julgamento dos envolvidos no maior caso de corrupção da história política brasileira
O ano era 2005. E o governo de Luis Inácio Lula da Silva. No dia 15 de maio, o povo brasileiro descobriu um novo jargão: “mensalão”. Um vídeo amador vazou na mídia mostrando Mauricio Marinho, um alto funcionário dos Correios, recebendo propina em troca de favorecimento político, que segundo ele, era coordenado pelo até então deputado federal, pelo PTB, Roberto Jefferson. Este, um show man de primeira linha, conseguiu reverter o quadro, e de facilitador do esquema, virou um defensor da justiça e denunciou os envolvidos numa rede de pagamentos de mesadas em troca de apoio político, que segundo ele, partia de homens fortes ligados ao presidente Lula. Entravam na dança José Dirceu, ministro da Casa Civil e braço direito do presidente, José Genuíno, presidente nacional do PT, Delúbio Soares, tesoureiro do partido e Marcos Valério, um publicitário que aparentemente era o homem do dinheiro do esquema.
Depois de anos de discursos inflamados, discussões, cassações, choro e desabafo, finalmente essa história chegou ao fim. Os principais envolvidos no “projeto criminoso de poder” de “macrodelinquência governamental”, nas palavras do decano do STF , o ministro Celso de Mello, foram condenados. Venceu a ética e a democracia. E perderam os mensaleiros e corruptos.

** Mensalão & Cia **
O PT tem seu “Garganta Profunda”, quem diria...


Por David Leite | 12/12/2012 | 06h45
Anotem: o que já está péssimo, pode piorar ainda muito mais...
Em sua edição de ontem, o Estado de S. Paulo trouxe reportagem na qual Marcos Valério diz que fez repasses para pagar despesas pessoais de Mula da Silva (veja detalhes na reportagem exibida ontem pelo Jornal Hoje, com link publicado abaixo). O operador do mensalão teria decidido abrir o bico com o objetivo de diminuir a pena aplicada pelo STF – mais de 40 anos de reclusão.
No finalzinho da quente tarde de verão, foi a vez de Carlos Cachoeira abrir a boca. Ao deixar o Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, após obter na Justiça um habeas corpus (veja link abaixo), o requintado bicheiro afirmou que o PT sabe que ele é o “Garganta Profunda daquele partido, referência ao fato de deter muitas, imensas, tremendas, desconcertantes... informações.
Para quem não sabe, apesar de ser título de um famoso filme pornô de 1972 – agora até considerado cult, aliás! –, Garganta Profunda (ou Deep Throat, em inglês) vem a ser o codinome pelo qual ficou conhecido o dedo-duro que provocou a renúncia de Richard Nixon. Agente da CIA, ele repassava informações aos jornalistas do diário Washington Post sobre os planos do então presidente dos EUA para destruir, sem pejo, os rivais do Partido Democrata. Escândalo que ficou conhecido mundialmente como “Caso Watergate”.
Por plagas de Macunaíma, a sina das estrelas do PT parece ser resplandecer sempre de modo escandaloso...
Como se não bastasse Madame Rosemary Nóvoa Noronha, a Rose (amante, rapariga, nêga ou quenga de Mula da Silva – fica a nominação ao critério do distinto público) ter sido recentemente indiciada na operação Porto Seguro da Polícia Federal por corrupção, tráfico de influência e falsidade ideológica, após ter sido pega agindo (direta e descaradamente) no escritório da Presidência da República em São Paulo, agora vêm esses ex-cupinchas exibindo-se aos holofotes da “imprensa golpista”.
Claro está que Marcos Valério e Carlos Cachoeira, após as brutas condenações judiciais – o segundo, a 39 anos de cadeia –, tentam trazer à ribalda midiática suas mágoas com petista nutridos e bem cevados, essa turma que os abandonou à própria sorte, em busca de reduzir suas penas e desconfortos. Coisa de gente canalha, que quer melar o docinho de quem se deu bem? Talvez! Mas convenhamos, nada como assistir excrementos sendo atirados ao ventilador para ver em qual ponto da parede eles vão respingar...
Mula da Silva que dê seus pulos, pois a sujeira se acumula em entulhos!
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VAMOS COMPARTILHAR, GENTE...
Amigas e amigos, VAMOS COMPARTILHAR este material... Quanto mais gente souber desta história, melhor será para o Brasil! O país precisa se recompor e reencontra-se com a moralidade no serviço público e com os bons costumes na política: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=289866867801516&set=a.257253954396141.60341.257247247730145&type=1&theater