Boa tarde a todos, bom sábado e um grande final de semana. Um texto para que possamos refletir sobre nossa educação pública...


GESTÃO DEMOCRÁTICA, A GRANDE PIADA

Por David Leite | 16/02/2013| 12h50
Lá vamos nós de novo na quebra de braço com os articulados sindicalistas de ocasião, aquela turma que só aparece quando alguma política desagrada. É o caso da decisão sábia do prefeito João Alves Filho em detonar a tal da “gestão democrática” nas escolas da rede municipal, uma estrovenga urdida pela esquerda para fazer valer a utopia de que administrar uma escola é coisa para qualquer um. Não é... Aliás, está longe, muito longe de ser!
Do ponto de vista histórico, o reflorescimento democrático brasileiro na década de 1980 aumentou as reivindicações no âmbito das escolas públicas. Talvez, a principal dessas reivindicações tenha sido a escolha de diretores escolares por meio de processo eletivo. De lá para cá, a tal da “gestão democrática” ganhou espaço e se tornou um princípio fundamental do ensino público brasileiro – incluindo as universidades federais e estaduais.
A princípio, pode parecer uma ousadia deixar a comunidade escolar escolher quem é o mais qualificado para gerir a escola, para ordenar as ações educacionais e prover os recursos necessários para a aplicação correta e funcional dos currículos. Contudo, que avanços houve na qualidade do ensino? O Brasil, 30 anos depois, continua na rabeira da educação, quando comparado com países do mesmo porte de riqueza.
A atividade de gestão escolar exige conhecimento técnico específico, capacidade de liderança, disposição para enfrentar a preguiça – e a sabotagem – de (alguns) servidores e professores ligados a interesses políticos, e acima de tudo dedicação em tempo integral à educação de jovens sob graves riscos sociais. Os exemplos de países civilizados indicam que a escolha do diretor escolar deve obedecer ditames muito bem definidos, numa agenda cujo fim precípuo é valorizar a meritocracia – somente aos melhores deve ser confiada essa tarefa.
No caso do Brasil, a tal da “gestão democrática” tem sido usada apenas para manter a hegemonia de grupos partidários e do sindicalismo de resultados. Os valores que contam na eleição são: ideologia de esquerda, engajamento corporativista e capacidade de deixar tudo como está. Raros são os diretores e reitores eleitos pela comunidade escolar que não se encaixam nessa cartilha...
João Alves Filho está certo! Que seja implantado o regime de meritocracia para a escolha de gestores escolares em Aracaju. Que sejam escolhidos os melhores dentre os melhores. Confesso porém, também tenho cá com meus velcros a fechar a braguilha as minhas dúvidas quanto à capacidade do Negão neste quesito, visto que pisou na bola ao indicar e aceitar a indicação de vários assessores, muitos deles sem qualificação técnica e pior, ligados a partidos e grupos políticos que trabalharam contra sua eleição.
Mas creio que a secretária Márcia Valéria, por ser uma educadora com vasto cabedal científico, com experiência de gestão educacional testada e atestada como eficiente, tratará de impedir que em um momento de inspiração o próprio João Alves Filho – ou talvez atendendo a algum(a) pitaqueiro(a) que lhe costume buzinar os ouvidos – queira substituir a falaciosa “gestão democrática” pela “gestão política”, com fito meramente eleitoral, visando a 2014, um mal tão grave (ou até pior) que a visão da esquerda caolha, que ajudou a estragar a nossa escola pública.
Oremos...

TEM BOI NA LINHA...

Por David Leite | Sexta-feira, 15/02/2013 | 12h35
Hoje cedo, ao Jornal da Manhã da Jovem Pan Aracaju, o ex-prefeito de Aracaju, o milionário comunista de boutique Edvaldo Nogueira Opará, disse que acredita na capacidade que a população tem de discernir. "A sociedade não entra nesse engodo" – referência à suposta dívida de R$ 52 milhões deixada por ele, de acordo com assessores do prefeito João Alves Filho. "Tanto é que não estão nem falando mais nisso", alfinetou.
Edvaldo Nogueira fez também uma revelação interessante: o secretário de finanças da prefeitura Nilson Lima – que já serviu a Marcelo Déda quando este foi prefeito – teria o costume de fazer relatórios catastróficos. "Lembram do relatório apresentado por Nilson Lima sobre João Augusto Gama (prefeito entre 1997 e 2000)? Quando fomos ver, não era nada daquilo. O mesmo ele fez agora", afirmou o ex-prefeito.
Por fim, após dizer-se pré-candidato a deputado federal e defender o nome do vice-governador Jackson Barreto "como o melhor para suceder Marcelo Déda", fez um apelo: "Ninguém deve se meter na minha vida pessoal"...
Lembrei de João Batista de Oliveira e Figueiredo, último dos ditadores militares do golpe de 1964, ao deixar o governo em 1985: “Me esqueçam!”. Foi atendido.

NEGÃO, CADÊ O FUMACÊ? ESTÁ NA HORA...

Por David Leite | Quinta-feira, 14/02/2013 | 12h35
A senhora genitora do ex-prefeito fazendeiro-Opará, o milionário comunista de boutique Edvaldo Nogueira, certamente ainda traz as orelhas chamuscadas pelas incessantes palavras de “carinho” com que era brindada sempre que um mosquito picava – sim gente, mosquitos também picam! – em busca do precioso sangue de quem mora em Aracaju, a cidade da qualidade de vida.
A capital sergipana é sem dúvida o abrigo ideal de diversos insetos da subordem da família Culicidae, amplamente combatidos em partes do Mundo Civilizado com um equipamento simples, de manutenção barata e com eficiência comprovada: o fumacê. Ainda à época do estrelado Marcelo Déda, seguindo até meados do segundo mandato de Foguinho, o serviço funcionava a contento. Súbito, deixou de existir sem qualquer explicação...
Quem mora em apartamento, longe do solo mais de oito metros, acaba não tendo contato direto com essas pestes infernais (quando está em casa, naturalmente). Já quem mora em habitações com até três andares, sofre pra caramba. Ler na rede da varanda é um suplício, se você não aplica repelente. E convenhamos, ficar melado com aquele líquido viscoso e de cheiro duvidoso é triste (e nojento).
Há exatos 45 dias assumiu um novo prefeito. O cabra, como todos sabem, é um grande tocador de obras. Já anunciou que vai abrir uma estrada de norte a sul da cidade, o que certamente é uma ótima notícia. Mas João Alves Filho poderia fazer uma gracinha e mostrar que é bom também nas coisas comezinhas da cidade – afinal, um prefeito é um síndico com poderes ampliados: cadê o fumacê?
Restabelecer o serviço do fumacê deve ser prioridade para o Negão. Ademais, com ele em operação, além de mosquitos e outros bichos morrerem ainda no berçário, o famigerado “mosquito da dengue” também é eliminado – um ganho extraordinário à saúde pública...
Que o prefeito se atente! Traz de volta o fumacê, Negão.
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Atualizado às 18h55 | Por David Leite

O NEGÃO DEPENDE DE MARCELO DÉDA ATÉ PARA O FUMACÊ
Em resposta à solicitação pública feita por mim mais cedo, para que fosse restabelecido o serviço do fumacê em Aracaju, a Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa em nota expedida minutos atrás que o combate ao mosquito da dengue será intensificado pelas próximas quatro semanas em 16 bairros de Aracaju. Em quatro deles – Grageru, Centro, Inácio Barbosa e 13 de Julho – diz a nota, apenas pela manhã, das 5h30 às 7h00. Nos demais, o fumacê também passará à tarde, das 17h00 às 19h00.
A notícia ruim é que o prefeito João Alves Filho depende do governador Marcelo Déda para por o fumacê nas ruas, pois de acordo com a coordenadora do Programa da Dengue da SMS/Aracaju, Taise Cavalcante, o veículo fumacê é disponibilizado pelo governo sergipano, quando solicitado pela prefeitura, por se tratar de um programa federal gerido em parceria com o Estado.
Imaginem a cena: se quando o prefeito de Aracaju era aliado do governador o serviço simplesmente foi extinto sem mais nem menos – e ninguém nunca deu a mínima, apesar de a dengue ter vitimado alguns desafortunados da sorte –, como ficará quando essa fase de “amor com amor se paga” vivida por João Alves Filho e Marcelo Déda cair na real da política eleitoreira?
A não ser que o Negão se alie à estrela petista, como já andam aventando alguns setores da imprensa governista (para detonar o plano do senador Eduardo Amorim de eleger-se sucessor de Marcelo Déda), corre-se sério risco...
Por outro lado, talvez já antecipando o que pode vir por aí, a nota da SMS/Aracaju a mim encaminhada encerra-se com o seguinte aviso: “O fumacê não substitui os cuidados que todos devem ter no combate à dengue, não deixando reservatórios de água abertos, não acumulando água em vasos de plantas ou pneus, por exemplo”.
Bem, acho que vou apelar ao repelente, por precaução...

TEM UMA BARATA NO MEU PASTEL...
OU A IMPRENSA PRECISA "COMBINAR" A VERDADE

Por David Leite | Quarta-feira, 07/02/2013 | 12h40 | Política
Afinal, o prefeito João Alves Filho está ou não candidato à sucessão do governador Marcelo Déda? A dúvida decorre da contradição entre duas informações trazidas à público por dois dos mais badalados jornalistas políticos de Sergipe.
No início da semana, Gilmar Carvalho publicou em seu site uma (agora suposta) afirmação do Negão dita no sábado, garantindo "que não pretende ser candidato a governador em 2014 e que seu projeto é ser o melhor prefeito da história de Aracaju".
Já ontem à noite, através do Twitter mas sem especificar quando obteve a informação, Diógenes Brayner afirmou que "João Alves Filho (está) animadíssimo com (os) números favoráveis à sua candidatura a governador, embora (na opinião do jornalista, ainda) seja muito cedo (para discutir o assunto)".
Em quem confiar, então? Quem trouxe a verdadeira verdade? De que fontes os distintos colegas tiraram tais informações? Quem as pode negar ou confirmar? Eis o insondável do mundo...

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(Atualizado às 13h25)

O BICHO ESTÁ PEGANDO...
Mais uma para por lenha na fogueira. O jornal on-line Sergipe 247 publicou que o Negão teria convidado o prefeito de Socorro, jornalista Fábio Henrique, para ser seu candidato a vice numa suposta chapa para 2014...
De acordo com o Sergipe 247, “... Fábio Henrique teria ficado surpreso com o convite – e mais surpreso ainda com a disposição de João em disputar outra vez o Governo do Estado, pleito que perdeu em 2006 e em 2010, para o governador Marcelo Déda (PT). 'Você será candidato de novo, João?', teria questionado o prefeito de Socorro”.

Leia agora: http://www.brasil247.com/pt/247/sergipe247/92909/Jo%C3%A3o-Alves-convidou-F%C3%A1bio-Henrique-para-ser-seu-vice-em-2014.htm.

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(Atualizado às 15h35)

O SUPOSTO VICE NEGA...
O prefeito Fábio Henrique, ouvido por Gilmar Carvalho, em entrevista na Rede Ilha, negou que tenha recebido o convite para ser vice do Negão em 2014... "Conversei por cerca de um minuto e meio no camarote da Prefeitura de Aracaju (no Pré-Caju) somente sobre o sistema de transporte coletivo de passageiros", disse ele ao deputado-radialista.


AO GARANTIR QUE NÃO SERÁ CANDIDATO EM 2014,
JOÃO ALVES FILHO ABRIRIA ESPAÇO À RENOVAÇÃO?

Por David Leite | Quarta-feira, 06/02/2013 | 12h35 | Política

João Alves Filho voltou a afirmar (no sábado passado) – segundo informa Gilmar Carvalho em seu site – “que não pretende ser candidato a governador em 2014 e que seu projeto é ser o melhor prefeito da história de Aracaju”. De fato, o Negão pode estar a agir apenas com a devida cautela, sem qualquer afobação...
Político experiente, João Alves Filho compreende o anseio do povo para que cumpra as promessas de campanha. Sabe ainda que 14 meses – teria de deixar o cargo em fins de março de 2014, por força da Lei Eleitoral – é tempo exíguo demais para realizar a “revolução” esperada. Ademais, ele também não ignora que parte majoritária do seu sucesso nas urnas se deve sobretudo ao desencanto com as más gestões dos antecessores, audazes na falação e pífios no fazer.
Porém, caso seja essa mesmo a real intenção do prefeito de Aracaju, hoje aclamado como estrela política por onde passa – motivo aliás, para induzi-lo àquela coceira típica de quem deseja “algo mais” –, a oposição precisa urgentemente trabalhar um novo nome, dentre aqueles com melhor perfil para combater adversários de muito peso – peso político e peso da máquina...
Com efeito, no mesmo site de Gilmar Carvalho, o vice-governador Jackson Barreto reafirmou-se “candidatíssimo”. Ao ser questionado se o seria mesmo sem apoio do governador Marcelo Déda, JB saiu-se com uma gargalhada que acabou sendo interpretada pela imprensa ligada ao PT como um “sim!”. Já o senador Antônio Carlos Valadares, outro aliado do governo, não perde tempo em também mostrar-se “disponível, se for o caso” – sem esquecer Valadares Filho.
Com tantos governistas “dispostos” – alguns nomes do PT, como o do doutor (ele gosta de ser chamado assim) deputado Rogério Carvalho, também voltaram a ser comentados até pelos adversários –, Marcelo Déda torce para que a oposição se divida, lançando várias candidaturas. Ação que, no entender dele, facilitaria a permanência do grupo no poder.
A João Alves Filho interessa fazer uma grande gestão. Quem sabe – se o ego comum a todos os que se nutrem do poder assim o permitir –, não estaria o Negão reproduzindo “a voz que vem do coração”... Seria a porta aberta à renovação política? A oposição, bem sabe o prefeito, tem nomes simpáticos ao eleitor, com boas chances de vencer o certame. Nomes como o do deputado Mendonça Prado, do vice-prefeito José Carlos Machado e do senador Eduardo Amorim, talvez o mais bem cotado entre todos os demais do grupo.
No entanto – e vejam que os governistas já perceberam isso faz tempo, e estão se movimentando em Aracaju e no interior –, trabalhar já o tal nome deve ser a meta dos oposicionistas, se quiserem de verdade retomar o poder estadual. O desgaste de Marcelo Déda é grande, sim! Mas ele conta com a força do Governo Federal, ainda bastante perolado entre os menos esclarecidos. E com a aprovação do Pró-Investe, terá muito mais bala na agulha. Ficar na moita, significa dar chance demais a um adversário tão poderoso e sagaz...

EQUÍVOCO OU APENAS MAIS UMA SACANAGEM?

Por David Leite | Terça-feira, 05/02/2013 | 12h55
Há um "equívoco" da imprensa de Sergipe ligada ao governo do PT quando afirma ter o senador Eduardo Amorim convertido-se ao Pró-Investe sensibilizado com as lágrimas de Marcelo Déda – ou seria mais uma das sacanagens usadas para queimar adversários do regime estrelado?
Vejamos... o senador do PSC, basta rever suas declarações, defendeu todo o tempo o que quem tem vergonha na cara deseja: transparência! Desde o início, Eduardo Amorim sugeriu a Marcelo Déda estabelecer onde pretendia torrar mais de R$ 720 milhões. Por fim, aparentemente cansado de guerra, o "humildade" governador aquiesceu aos apelos do líder oposicionista.
Dito e feito. Agora, o senador trabalha para convencer os deputados a ele ligados de que "ampliar o debate, não significou reprovar o Pró-Investe" – lembremos de que ele próprio votou no Senado a favor da implantação do programa, como forma de ajudar os Estados com dificuldades em promover o desenvolvimento.
O financiamento, tudo indica, será aprovado pela Assembleia e ponto final. Com a verba em mãos, talvez Marcelo Déda empolgue-se e passe a trabalhar. Oremos...

COMO DIZ O NÊGO-BRANCO PELÉ:
"SÓ DÓI QUANDO TIRO A CHAPA..."


Por David Leite | Segunda-feira, 04/02/2013 | 18h22
Eis que o grande chefe dos bichos-preguiça, o garboso Marcelo Déda, teve uma ideia genial. Um belo dia, acordou com vontade de derramar lágrimas. Na mesma noite, voluntarioso como sempre, exibiu os olhos marejados para uma plateia organizada pelo brioso Instituto Luciano Barreto Júnior – até Edvan Amorim solidarizou-se com aquele rio nos olhos, e (também)... quase chora.
Mas o mesmo Marcelo Déda encantador dos corações mais sensíveis de Sergipe, horas depois da jeitosa chorumela, nos bastidores parece ter sugerido aos asseclas para não deixar morrer a cantilena de que, sem sua dadivosa falação de pé de ouvido a parlamentares e presidentes de partido, sem suas lacrimosas águas a rolar pela face amadeirada como cepa de umburana, o Pró-Investe seria mais uma vez detonado pela oposição ranhenta e abestada.
Se conselho fosse bom, diria Eu ao chefe Marcelo Déda: cabra de pêia, manda essa turma arengueira (o vice Jackson Barreto, o aliado desinteressado senador Antônio Carlos Valadares, e obviamente, os ratos de rádio e rede sociais nutridos pela SeCom de Carlos Cauê...) ficar de boca fechada. Até as vacas de presépio já sabem que a aprovação do tal empréstimo só vai rolar porque o preto chegou ao branco – se me permite o meu prezado colega e compadre Antônio Carlos de Oliveira Xocolate...
O que antes era um cheque sem destino, sem os devidos encaminhamentos, agora virou um grande cheque nominal, com os projetos de financiamento devidamente explicadinhos... O que, convenhamos, é o correto.
Como diria o Rei do Futebol, aquele que é o negão mais branco deste doce planeta, o meu chapinha Pelé: "Quem avisa, gente, amigo é!" Até rimou.
E tenho dito.

Reflexos de Santa Maria do Rio Grande do Sul
COISA DO BRAZIL – E DE SERGIPE, TAMBÉM...

Por David Leite | Segunda-feira, 04/02/2013 | 14h45
Na quinta-feira passada, o Corpo de Bombeiros em Sergipe resolveu se mexer. Como se movido por um surto de “acorda, cambada”, as casas noturnas de Aracaju foram visitadas pelos militares. Quatro delas já estavam desativadas pelos próprios proprietários, três foram encontradas fechadas e seis, que se encontravam em funcionamento, foram vistoriadas e interditadas. Motivo: falta de atestado de regularidade, que comprova a qualidade da segurança na prevenção e no combate a incêndios. E quem emite essa estrovenga? O Corpo de Bombeiros, imagem só...
O atestado pede requisitos mínimos para funcionamento de locais onde há grande aglomeração, o que compreende extintores, sinalização de saídas de emergência indicando os caminhos para chegar às portas, as saídas de emergência (em si) e a iluminação acionada por gerador ou baterias quando falta luz elétrica. Agora a pergunta que não quer calar: sabe há quantos anos os tais empreendimentos interditados funcionam? No caso de dois deles – Cariri e Mediterrâneo –, a maioria de nós ainda era adolescente.
Santa esculhambação... Precisou morrer uma porrada de gente – até ontem, 237 – para que o Brasil acordasse para a vigarice do faz de conta: o poder público faz de conta que fiscaliza e todos aceitamos calados, fazendo de conta que está tudo como manda o figurino! Coisa do Brazil...

Com informações de http://www.nenoticias.com.br/

Polêmica sobre a Marca da Prefeitura de Aracaju
O NEGÃO ESTÁ MAIS DO QUE CERTO, ORA BOLAS!

Por David Leite | Terça-feira, 29 de janeiro de 2013 | 14h00
Criou-se uma tempestade por ter eu publicado neste meu ABRA-O-OLHO uma logomarca idealizada por mim e pelo colega Christian Miranda para homenagear Aracaju e a gestão de João Alves Filho, por quem muito lutamos para ver aonde hoje está – e em quem confio, fará uma administração pujante.
Algumas pessoas enxergaram na minha atitude um desejo de “aparacer”, de “criar caso”, de “gerar uma polêmica”, de “cuspir no prato que comeu”, de “trair” o Negão. Nada mais fora de contexto. Como já disse – e reafirmo –, expus um trabalho artístico que considero de valor, sem buscar compará-lo com a logomarca aprovada pelo prefeito – um direito inalienável que ele tem, por prerrogativa do cargo – usando seus próprios critérios.
Por outro lado, como é típico da internet, o povo gosta de se manifestar – e como ou por que impedi-lo de dizer o que quiser? Da mesma forma, é um direito de quem quer que seja propor mudanças em algo que envolve o Poder Público, mesmo que neste caso, no meu parco entender, seja uma visão completamente fora de propósito e sem qualquer base técnica – apenas o desejo de impor uma opinião.
Por que mudar a marca escolhida pelo prefeito, se foi justamente a que ele mais gostou e que viu representar os sonhos do que pretende fazer? O que essa mudança, com toda honestidade, colaboraria no encaminhamento da gestão do Negão? Amigos, trata-se de uma polêmica sem razão e portanto nasceu morta...
Hoje mesmo, Carlos Batalha esclareceu ao jornalista Cláudio Nunes o seguinte: “O processo da escolha da nova marca da prefeitura foi feito entre nove marcas apresentadas. Todas elas foram avaliadas pelo prefeito João Alves Filho, pelo vice José Carlos Machado e outros oito auxiliares. A marca foi escolhida por unanimidade e com o aval do prefeito, que sendo engenheiro gostou das linhas progressivas e do slogan 'O futuro se constrói com amor e trabalho'.” Comunicou ainda que o Negão já disse que não muda nada, no que está mais do que certo, ora bolas...
Enfim, polêmica encerrada, porquanto imbecilmente idiota. Não que tenha eu esquecido o que diz a filosofia sábia de um certo poeta popular sobre o conceito de “unanimidade” – mas isso é outra história.
Aos que ficaram magoados comigo devido ao que considero uma bobagem, por ter eu publicado um trabalho de arte sem qualquer fito senão o de mostrá-lo aos amigos do ABRA-O-OLHO, o meu profundo lamento! Mas a vida é assim, fazer o quê?

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(Atualizado às 18h30)
Amigas e amigos seguidores, este é meu presente a Aracaju, cidade onde nasci e que tanto amo. Nossa querida cidade merece um símbolo... Todas as cidades têm um! Fica esta obra de arte sendo, para mim, a marca da minha cidade (clique na imagem para ampliá-la) -- não de qualquer órgão privado ou público, muito menos de uma administração, apenas a homenagem de um cidadão ao seu reduto. Muito grato a todos...


UM PRESENTE PARA ARACAJU – E PARA O NEGÃO...

Por David Lite | 26/01/2013 | 18h46

(Amigas e amigos, boa noite... Uma rápida explicação: o material (logomarca) foi criado por mim em parceria com Christian Miranda como um presente ao prefeito vencedor, aquele que o povo quis ver no lugar dos bichos-preguiça – e isso, frise-se, foi antes da aprovação da marca atual. Este logo estava entre os oito apresentados ao Negão, de acordo com Carlos Batalha. Creio que seja verdade. A minha intenção ao expor esta criação não é constranger ou forçar barrar nem criticar o material aprovado, o que é um direito de todo prefeito (seja ele quem for). Eu quis apenas exibir um logotipo realizado por gente de Aracaju, em homenagem à nossa cidade e ao prefeito João Alves Filho e que, creio, não podia ficar escondido... Por qualquer mal-estar gerado, minhas sinceras desculpas) Atualizado em 27/01/2013 às 19h22. 
A logomarca de uma gestão pública tem duas funções básicas: dizer por si o que pretende aquela administração (projetos, idealizações, mudanças) e agregar valor a autoestima dos cidadãos. Outro foco possível é valorizar a cidade/estado e seus marcos...
Pensando nisso, em parceria com o publicitário Christian Miranda (diretor de arte), criei um logotipo para a Prefeitura de Aracaju (sem custo de produção, frise-se), que infelizmente foi rejeitado, não obstante atender os requisitos acima mencionados.
No entanto, como acredito na força dele, por enaltecer esta cidade que eu tanto amo, através de duas das mais magníficas obras do Negão e representar tudo que Aracaju tem de precioso – os rios, o mar, o verde, a fauna e a flora –, peço licença aos amigos e amigas para apresentar o resultado de mais de 15 dias de trabalho árduo (clique na imagem para ampliar). Uma homenagem à gestão de João Alves Filho!
Um presente a Aracaju e aos que nela vivem...

 PUBLICADO NO BLOG DE CLÁUDIO NUNES

Nova marca da Prefeitura de Aracaju é quase idêntica a da TechMobile
Do leitor Antônio Carlos: “Quando no calor do Pré-Caju, foi lançada a nova marca da Prefeitura, fiquei a indagar aos meus botões. Já vi algo parecido. Esta semana, caminhando no corredor do Shopping RioMar que leva à livraria Saraiva, me deparo com o box da TechMobile. E, olha a marca!, lembrei. Será que quem criou a da Prefeitura copiou? Não é quase idêntica? Faltou imaginação, criatividade, idEia? Assim, é ganhar dinheiro com muita facilidade, plagiando/copiando criações dos outros”.