ELEIÇÃO EM ARACAJU: IMPRENSA EM POLVOROSAS
O poder político de quem governa – no caso de Sergipe, seria desgoverna – pode ser medido pela relação com os meios de comunicação de massa, através dos quais a população deveria se informar. Graças aos Céus, hoje existem mecanismos como Facebook e WhatsApp para contrapor determinadas “informações” ou “opiniões” publicadas pela mídia como verdadeiras.
As pesquisas eleitorais, por exemplo! Bastou alguém soprar que o candidato do desgovernador Jackson Barreto, o ilustre Edvaldo Nogueira, teria escorregado na casca de banana e descido a ladeira dos votos, e uma verdadeira “Operação Abafa” foi urdida para evitar a publicação de certas aferições e a rápida veiculação de uma outra, plenamente favorável ao poder político vigente.
Uma pergunta, porém, não quer calar: que números são esses a apontar o candidato do político mais odiado pela população na atualidade – o festivo desgovernador JB – à frente dos adversários… diga-se, aliás, bem à frente? Deve ser produto da magia marqueteira ou da simples manipulação. Não esqueçamos que o poder político é capaz de tudo para conquistar mais poder.
Em resumo: o que o dinheiro não puder comprar, somente a força bruta resolve! Como os colegas jornalistas e radialistas dedicados à cobertura política – não são todos, frise-se! – estão sorrindo às escâncaras, tapa [nem de amor] não rolou... O eleitor, portanto, deve ficar bem atento e se questionar, minuto a minuto, até domingo: cadê a verdade, por que insistem em escondê-la?


TV ATALAIA DETONA DESGOVERNO DE SERGIPE
Editorial bombástico da TV Atalaia [Jornal do Estado, edição desta terça-feira (13)] detonou as mazelas do desgoverno do festivo Jackson Barreto, apontando a grave crise a atingir os principais serviços públicos, com destaque para a crescente violência e para a derrocada na saúde pública. Veja o vídeo. Atenção: corações frágeis podem se emocionar, pois o jornalista Gilvan Fontes bateu sem dó ou piedade.

O ATAQUE A 103FM E A SACANAGEM DO GOVERNO JB
Quando marginais armados invadem uma rádio*, atacam funcionários da emissora e lhes roubam pertences [pessoais e da empresa], a ocorrência criminosa passa a ser gravíssima. O “Quarto Poder” tem prerrogativas constitucionais e, ao contrário do que se possa pensar, trata-se, sim!, de uma agressão à liberdade de informação, por todas as implicações advindas do caso.
Passando ao largo neste escrito do pânico sofrido pelos colegas, com quem nos solidarizamos, devemos nos questionar sobre a atitude espúria e sem-vergonha do desgoverno do festivo Jackson Barreto quando tentou tirar proveito eleitoral do ocorrido. Pugnar aos adversários políticos o ataque através de nota pública** emitida pela Secretaria de Comunicação, via suposição e ilação, por ser a emissora propriedade de um dos candidatos a prefeito de Aracaju, beira a canalhice, a sacanagem pura e simples. Algo bem próprio de algumas figuras da turba desgovermental.
Como a verdade sempre aparece, a SSP/SE informou na manhã desta terça-feira (13) que apreendeu um dos vagabundos suspeitos de invadir e assaltar a rádio – Igor Vinícius foi interrogado na presença da mãe dele e confessou com detalhes o crime. A polícia também já identificou os outros quatro bandidos e tem informações sobre a participação de cada um deles no evento, que foi planejado com o intuito de subtrair bens com algum valor de revenda – ou seja, um assalto, de fato
Assim, a tal “Nota de solidariedade” emitida pelo (des)Governo de Sergipe horas após o atentando, urdida com viés criminosamente vigarista, choca-se com o resultado ora apresentado pela SSP/SE. Mas, o que se pode esperar dessa gandaia que finge governar?
O “tiro” das bestas-feras oficiais poderia ter atingido o alvo: o candidato da prefeitura e o da oposição. Coube a um órgão do Estado de Sergipe colocar os pontos dos “is” e evitar o sucesso de mais uma bandalheira “pensada” nas imundas coxias desse desgoverno mal pagador e, como se vê, muito descarado!
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(*) Veja vídeo do ataque a Rádio 103FM:
(**) Leia notas públicas da Secom e SSP/SE:



VALADARES FILHO FAZ CONCORRÊNCIA TREMER
Teria o candidato do festivo governador Jackson Barreto, o ex-prefeito Edvaldo Nogueira, chegado ao seu teto máximo de crescimento quanto à capacidade de arrebanhar votos? A julgar pela pesquisa Cinform/Dataform desta segunda-feira (12) – Valadares Filho saiu de 15,14% para 23,47% contra um crescimento do concorrente de 26,70% para 31,12% –, alguns analistas da cena política de Aracaju ouvidos por mim, mas que preferem se manter no anonimato, acreditam que sim!
Dos quatro colegas com quem conversei nesta manhã, três concordam quanto à impossibilidade de Edvaldo Nogueira vencer a própria rejeição, somada à descrença no governador Jackson Barreto e no PT, de quem também recebe apoio. Por outro lado, dois desses analistas acreditam na possibilidade de Valadares Filho crescer ainda mais, vindo a suplantar o candidato governista antes mesmo da votação deste primeiro turno, posto que o segundo turno parece cada vez mais consolidado.
De fato, Edvaldo Nogueira surpreende e chega a um patamar além do que lhe seria supostamente devido, mas deve empacar em algo próximo dos 35%. Talvez tenha subido tão alto em função da polarização política bem-ajambrada pelo marketing de campanha, pelas aparições na TV com leves críticas aos adversários e por ter aproveitado bem Eliane Déda, sua candidata a vice. Talvez seja este – 30, 35% – o limite do seu cabedal eleitoral, afinal, ele não foi uma tragédia como prefeito.
O cenário, todavia, se complica para os governistas com a derrota iminente de João Alves Filho – há quem diga, aliás, que o Negão lançou-se candidato apenas para atender aos pedidos chorosos de Jackson Barreto e assim embolar a disputa. Ou seja, talvez tenha o governador apenas adiado um veredicto final já estabelecido: os eleitores do atual prefeito, apontam pesquisas, tendem a migrar o voto para Valadares Filho. Avista-se, portanto, um segundo turno bastante disputado, ao contrário de que esperavam uns e outros, e com Valadares Filho à frente.

NA SOFRÊNCIA, MANOEL SUKITA ACUSA MPE/SE
DE MANCOMUNAR-SE COM SEUS ADVERSÁRIOS
Na noite da terça-feira (06), um áudio veiculado em grupos do WhatsApp com a voz da procuradora regional eleitoral Eunice Dantas gerou polêmica. A promotora de Justiça anunciou ter representado criminal e disciplinarmente o juiz eleitoral Jorge Luís Almeida Fraga e o advogado Mário Cézar Vasconcelos, que atuou como magistrado do TRE/SE entre 2012 e 2014, por terem “deliberadamente” atrasado um dos muitos processos movidos pelo Ministério Público Eleitoral contra o ex-prefeito de Capela, Manoel Messias dos Santos, vulgo Sukita, pelo crime de corrupção eleitoral nas eleições de 2004.
Acusações tão graves – veja nesta postagem matéria do Jornal do Dia desta quinta-feira (08) e ouça áudio da procuradora Eunice Dantas [link abaixo] – suscitaram respostas imediatas. Em nota publicada nesta manhã em vários canais de comunicação, o presidente da Associação dos Magistrados de Sergipe (Amase), Antonio Henrique de Almeida Santos, buscou tirar fora da querela o Judiciário. Disse ele, textualmente: “Os membros do Tribunal Regional Eleitoral citados na imprensa não são desembargadores ou juízes de direito, não fazendo parte, portanto, da Justiça Estadual de Sergipe, cujos membros compõem esta associação de magistrados”.
De fato, conforme dispõe o artigo 121, § 2º da Constituição brasileira, os Tribunais Regionais Eleitorais, esdruxulamente são compostos por membros temporários, cujos mandatos têm duração de dois a quatro anos. Cada Estado da Federação possui um Tribunal Regional Eleitoral, com sede na capital, composto por dois desembargadores do Tribunal de Justiça, dois juízes de direito, um juiz federal e dois advogados, indicados pela Ordem dos Advogados de Sergipe (OAB) em lista, sendo a escolha dos respectivos, no entanto, uma prorrogativa exclusiva de Tribunal de Justiça (TJ).
Inconformado com a repercussão bastante negativa do entrevero, tanto na imprensa quanto certamente entre seus possíveis eleitores, o candidato a prefeito de Japaratuba Manoel Sukita foi chorar no programa “Liberdade Sem Censura” [Liberdade FM], hoje pela manhã. A sofrência foi grande e o danado não resistiu: ele acusou o Ministério Público Eleitoral de Sergipe de “fazer o jogo” dos seus adversários, justificando ser a denúncia uma tentativa clara para tentar prejudicá-lo politicamente – ouça o áudio [link abaixo]. Resta saber, diante da desdita de suas palavras, qual será a reação dos promotores.
De toda sorte, uma coisa é certa: o MP atacou apenas dois advogados tronados juízes pelo TJ/SE após aprovação do corpo de desembargadores. Aliás, os acusados não tiveram direito à defesa. Nada foi dito por Eunice Dantas, no entanto, quanto aos demais magistrados – membros do TJ e do Tribunal Regional Federal – em cujas mãos os volumosos processos contra Manoel Sukita também dormitaram, sem, pelo visto, causar tanta estranheza…
Enfim, trata-se de um caso que promete render novos e inusitados capítulos.
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>>> Ouça o áudio com a denúncia da procuradora regional eleitoral, Eunice Dantas:
>>> Ouça áudio com Manoel Sukita acusando a promotora Eunice Dantas de mancomunar-se com seus adversários, para prejudicá-lo politicamente:



MARGINAIS PICHAM COMITÊ DE VALADARES FILHO
EM REPRESÁLIA AO VOTO FAVORÁVEL AO IMPEACHMENT
Pelas leis brasileiras, pichação é crime, com pena prevista (artigo 65 da Lei 9.605/98) de três meses a um ano de detenção para quem “pichar, grafitar ou, por outro meio, conspurcar edificação ou monumento urbano”. A pena aumenta de seis meses a um ano de prisão, se o ato for praticado contra monumento ou algo tombado em virtude de seu valor artístico, arqueológico ou histórico.
Por causa do posicionamento favorável ao impeachment da agora ex-GovernAnta, parlamentares federais foram vítimas de agressões verbais e pressão sem tamanho, tanto nos gabinetes em Brasília quanto até nas próprias residências nos Estados de origem. Sem o poder da máquina pública para interferir na vida política do país, restou ao PT regredir ao modelo brutal de fazer oposição ou infernizar os que lhe são contrários.
Não se pode atribuir diretamente ao candidato Edvaldo Nogueira o ato perpetrado na madrugada desta quarta-feira (01) contra o comitê eleitoral do adversário Valadares Filho (fotos). Porém, nas pichações das paredes do prédio lê-se a palavra “golpista”, usada pelos petralhas para definir os parlamentares favoráveis ao impeachment. Se não foi a turma do PT, quem então poderia sê-lo? A quem mais interessaria, politicamente, desgastar o candidato?
Por ter ao lado dele elementos do PT, principal suspeito de abrigar em suas fileiras os tais pichadores – caso não estejam eles no próprio PCdoB de Edvaldo Nogueira –, caberia ao candidato do governador Jackson Barreto vir a público dizer que não concorda com esse tipo de ação política, que cada um tem direito nutrir opção política e ideológica e que numa democracia os contrários devem ser respeitados. Mantendo-se caladinho, ele “assinará” a pichação, o que seria muito feio.
Ao que parece, a aprovação pelo Congresso Nacional do impeachment de Dilma Rousseff atiçou o velho instinto animal dos petralhas! #Danação

ACORDEM O NEGÃO, POR FAVOR!
Lembram daquele candidato sorridente e prometedor da eleição de 2012, que por força do “mito” do gerente indomável, do cabra fazedor de obras, acabou levado à vitória? Pois bem, após ter passado quase quatro anos dormindo no ponto e culpar [no rádio e na TV] a transposição por ter feito a pior entre todas as gestões das últimas duas décadas em Aracaju, o candidato João Alves Filho tenta agora, de novo, emplacar o discurso do coitadinho perseguido pela cambada petralha e larápia.
“Perseguido”, mesmo, está o esquecido povo de Aracaju, sobretudo o mais pobre, cuja vida piorou muito desde que o Negão e sua corriola ligeira – que só pensa naquilo, conforme disse um político proeminente! – fizeram da prefeitura um cabide de empregos [até para acomodar amantes e filhos]. As promessas da eleição de 2012 estão, aos poucos, sendo ressuscitadas, como se fossem “ideias” novinhas em folha. Resta saber se o povo vai cair, de novo, nesse conto do vigário! Se vai acreditar…
De toda sorte, assistindo aos programas eleitorais de 2016, constata-se: alguém precisa, urgentemente, acordar o Negão. Ligaram a câmera enquanto o coitado estava roncando, editaram os momentos em que ele abre os olhos e balbucia palavras como se estive em transe e jogaram o “resultado” na TV. É muito hilário, mosfios! Santa danação, meu povo!





“NÃO FIZ ‘MODE’ A TRANSPOSIÇÃO”, ALEGA O NEGÃO
Quem não lembra da gozação na eleição passada, segundo a qual até as pirâmides do Egito tinham sido feitas pelas mãos miraculosas de João Alves Filho? Era tanta danação que um político com humor ferino dizia que, levando a sério tudo que creditavam como obra do Negão, no dia em que ele partir para a Glória Celestial, Sergipe fecha as portas e se muda para a Bahia!
Mas o “mito” não fez! Ou melhor, fez sim: fez a pior gestão da história de Aracaju, desde a própria gestão dele como prefeito biônico [1975 e 1979]. De fato, aqueles eram outros tempos e se você pintasse um meio-fio ou asfaltasse uma rua já seria considerado um grande obreiro. Pois bem, João Alves não fez o que prometeu e põe a culpa na… transposição do Velho Chico!
Não, não é piada! A culpa do Negão ter dormido no ponto nos últimos três anos e oito meses é da transposição do São Francisco, foi o que ele disse hoje no rádio. É o tipo de coisa que lembra uma velha anedota, a do cabra com diarreia que faz de tudo para se segurar, até não se conter e descer o barro, alegando: “O que é um peido para quem já está cagado?”.
Contra outra, Negão!

PS – Nas fotos, um pouco das “obras” de JAF, que pretende continuar “obrando”, se o povo de Aracaju deixar, é claro!




EDVALDO NOGUEIRA PRECISA EXPLICAR DENÚNCIA
Ao que parece, o candidato do governador Jackson Barreto e do PT à Prefeitura de Aracaju, o caro ex-prefeito Edvaldo Nogueira, começará sua campanha tendo de explicar esse tal superfaturamento – como e por que ocorreu – denunciado ao Ministério Público Estadual, conforme reportagem exibida pelo Jornal do Estado (TV Atalaia), edição desta quinta-feira (26).
Frise-se que, ao menos até esta denúncia ser encaminhada, não pesava contra o camarada qualquer acusação de desvio de dinheiro público ou de enriquecimento ilícito. Mas, pela gravidade das acusações, faz-se urgente investigar se havia alguma destinação não-republicana para tanto dinheiro, posto que o lixo, como se sabe, sempre foi uma mina de ouro usada para financiar partidos políticos e campanhas eleitorais!
A coisa é séria, gente. Muito séria!

REINO UNIDO: VENCEU O “SIM”! ADEUS UNIÃO EUROPEIA
Por ser um movimento que envolve, de modo inédito, partidos à direita e à esquerda do Reino Unido (RU), o plebiscito vencedor do Sim pela saída da União Europeia requer uma análise mais aprofundada, o que não se fará aqui. Porém, pode-se colocar alguns pontos para nossa reflexão sobre a questão.
Primeiro: mais uma vez, os institutos de pesquisas se embolaram – ou foram ludibriados pela opinião pública. Nenhum deles chegou sequer perto do resultado final, bastante apertado. Todos apontavam uma vitória do Não. Venceu o Sim.
Segundo: o movimento à direita, composto por gente da classe média média e da classe média alta, com boa escolaridade, criticou, majoritariamente, a abertura de fronteiras à imigração sem barreiras de pessoas cuja adaptação cultural nem sempre ocorre, sobretudo pela falta de integração com a língua inglesa e pelo culto a religiões com veio radical e de crítica ao individualismo, numa sociedade amplamente liberal e em cujo cerne o individualismo é levado muito a sério.
Terceiro: à esquerda ocorre algo similar na crítica à abertura de fronteiras, mas por outro viés – os sindicatos [que representam a classe média baixa trabalhadora e com pouca escolaridade] estão em polvorosas com a chegada de trabalhadores estrangeiros, sobretudo do leste europeu, que aceitam salários inferiores e não exigem as mesmas regras do bem-estar social impostas pelos trabalhadores locais. Essa gente chega com boa qualificação técnica e mais anos de estudo, em sua maioria fala inglês e tem muito foco em se estabelecer no RU. Quem se destaca negativamente são os poloneses, que costumam formar guetos nos quais a língua é a deles e a cultura local, também.
Quarto: o sistema de pesquisa do Google entrou em pane nos dois dias anteriores e no dia do plebiscito em razão da pergunta “O que é União Europeia?”. Vê-se, pois, uma demonstração clara de que a maioria do povo estava alheia ao que era discutido amplamente na imprensa, mas que passou ao largo tanto da campanha do Sim, quanto do Não. Os contedores estavam mais ocupados em atacar os “inimigos” do que em explicar o que estava em jogo e os riscos para a economia do RU nos próximos anos. Típico da política de polarização no Brasil, mas estranho ao habitual ambiente de discussão racional do RU.
Resultado prático: por terem votado majoritariamente no Não, Escócia e Irlanda do Norte devem se desgarrar de vez de Inglaterra e País de Gales, mandando para o buraco uma aliança política e de gestão financeira que tem quase 350 anos. O mundo não acabou, nem a União Europeia também, ao menos por enquanto. Uma coisa é certa, no entanto: a disputa nacionalismo x globalismo entrou de vez na discussão do mundo, por atingir – de modo negativo – justamente a classe trabalhadora local. Os empregos inundam os parques da Ásia, mas sumiram para a classe média baixa da Europa e dos EUA. Os países ricos aumentam a concentração de renda num momento economicamente péssimo para as nações mais desenvolvidas.
Eis as questões a se pensar…
Tudo isso foi observado pelo economista francês Thomas Piketty em dois livros muito polêmicos: “O Capital”, e antes em “A Economia da Desigualdade”. Recomendo a leitura de ambos, para que se entenda o cenário atual.
Por fim, um adendo: o nacionalismo exacerbado confundiu o trabalhador mais velho do RU, que viverá mais 20, 30 anos em detrimento do trabalhador mais novo, que tem mais 50, 60 anos de expectativa de vida. Isso está claro no resultado altamente polarizado. Sem dúvida, o populismo venceu a razão e isso está virando praga no mundo todo, especialmente diante da alta concentração de renda. Ricos ficando mais ricos, pobres ficando mais pobres. Veja que a crítica do Sim era contra as multinacionais, os grandes bancos, a abertura de fronteiras, os especuladores... A discussão deve continuar. É isso!