QUEM SÃO OS MAIORES PICARETAS DO MUNDO?
A NewsWeek, revista semanal norte-americana, trouxe à tona, recentemente, mais uma picaretagem mundial liderada por chineses e já devidamente copiada pelos russos. São as chamadas Fazendas de “Likes”. Não ouviu falar? Pois elas existem, sim, senhor!
O chamado “cultivo de likes” tem sido, na verdade, um tipo de prática cada vez mais comum pelo mundo, e funciona em grande escala. Um monte de smartphones ficam conectados à internet 24 horas por dia, sete dias por semana e vão gerando curtidas e compartilhamentos aleatórios nas páginas e perfis das empresas e pessoas contratantes do serviço.
A fraude possível com essa técnica consiste em tentar enganar os sistemas de publicidade, cuja cobrança se dá a cada clique efetivado em determinado anúncio. Quanto mais um banner receber cliques, maior será o preço que o anunciante deverá pagar por ele. Captou?
No vídeo, uma dessas fazendas operadas na China!

DE FESTA À SAÚDE PÚBLICA, SÓ DÁ “SÃO” ANDRÉ MOURA
A classe política anda num descrédito danado, e não apenas por causa da Operação Lava Jato, responsável por desnudar as desvirtudes de muita gente até então considerada o suprassumo da decência. Há uma sensação geral – não sem razão, diga-se – do declínio do homem público, cada vez mais raro de se ver na persona do estadista, do político com olhar acima do comum.
Sergipe viveu tempos estranhos, para citar o comunista Eric Hobsbawm, nos quais as forças políticas passaram a digladiar-se permanentemente. Os interesses maiores foram legados a um segundo plano, em detrimento de questiúnculas eleitorais diuturnas. O PT de Mula Lava Jato e de Marcelo Déda – e parte da oposição, frise-se – foi o responsável por tamanho prejuízo.
Em 2016, quem não lembra, a campanha de Edvaldo Nogueira patrocinada por Jackson Barreto elegeu como vilão André Moura. O deputado, à época líder do governo na Câmara dos Deputados e hoje alçado à liderança governista no Congresso Nacional, foi tratado com requintes de crueldade. Agora, Sergipe inteiro o enxerga como a ponte para a salvação, incluindo os citados acima.
De verbas para festas [Areia Branca, Estância, Aracaju], passando por ações na saúde pública [Odontologia da UFS/Lagarto; hemodiálise em Estância], na retomada de obras paralisadas desde o século passado [BR-101, BR-235, Aeroporto de Aracaju] à entrega de mais de 2 mil casas populares [Tobias Barreto e Estância], só dá André Moura. A louvação ao deputado o tem alçado às alturas.
São André Moura, o santo milagreiro de Sergipe, mostrou-se um político acima da média. Fosse por muitos que o cercam, trataria os adversários – aqueles que o mimaram com requintes de crueldade, sobremodo – na mesma medida. O deputado pensa diferente. “Amo Sergipe e vou, sim, aproveitar minha posição privilegiada para trabalhar pelo nosso povo”, diz às escâncaras.
É bom saber que ainda haja políticos com espírito público, mesmo que se saiba que não há ponto sem nó bem apertado na política. André Moura, líder nato, certamente trabalha com o coração aberto e a alma livre de ressentimentos, mas é o preço que se paga quando se sonha alto, muito alto.



QUEM, AFINAL, INTERMEDEIA ESSA FUTRICA DA PESTE?
Ave cruz! Lembrei de “Desculpe o modo” [Chiko Queiroga e Antônio Rogério]. Para além da “licença poética”, sem erro, posto que até Padre Vieira em seus “Sermões” já tratava o verbo desculpar como transitivo direto. Se o fazia o grande escriba, quem sou eu para condenar o uso? No entanto, com o devido pedantismo gramatical, vou-me desculpar PELO modo como enxergo as “coisas” da política.

“Desculpe o modo, desculpe o modo,

Desculpe o modo de te dizer: eu não queria, eu não queria”

Afinal, de onde partem as futricas a balançar os egos do deputado [e presidente da Alese] Luciano Bispo e seu arquirrival, o prefeito serrano Valmir de Francisquinho? Quem as intermedeia? Ora bolas, a imprensa, quem mais? Ela mesmo provoca e ela própria se nutre desse “rescaldo”.
Parece bastante simples colocar dois políticos destacados para bater boca e, desta forma, gerar audiência no rádio ou nos canais de internet. Basta inflamar um pouquinho as desvirtudes de uns e outros, como no caso dos citados combatentes, e eles caem feito patinhos na rede [literalmente] – e a audiência da imprensa sobe mais um pouquinho, até porque a futrica parece exercer certa atração no público.
Certamente, sem qualquer dúvida, tanto Luciano Bispo quanto Valmir de Francisquinho devem ter agendas mais importantes do que rememorar motivos para derrotas e vitórias em contendas eleitorais de 2012 ou mais proximamente, em 2016. Qual ganho há nesses embates, sejam eleitorais ou quaisquer outros? Nenhum, nada! Eles apenas servem para preencher espaço na mídia e aumentar [um tiquinho] a audiência…
O debate político em Sergipe tem sido apequenado faz tempo e, para meu lamento, parte da responsabilidade pela falta do “choque de ideias” sobre temas realmente proativos e voltados aos interesses maiores dos sergipanos é da nossa imprensa, núcleo do qual faço parte. Fôssemos daqueles a intervir com assuntos de real relevância, certamente os “marias-vão-com-as-outras” da política teriam melhores pautas a confrontar.
Mas cada um só dá o que tem, não é mesmo?



GILMAR CARVALHO ENGOLE CORDA
No dia a dia do rádio ao vivo, especialmente no modelo implantado pelo meu caro amigo Reinaldo Moura quando fazia sucesso com o “Jogo Aberto” [Rádio Jornal AM 540], onde ouvintes podem emitir opinião e fazer queixas, corre-se o risco de ocorrerem, digamos assim, acidentes de percurso.
Vez por outra, trago momentos hilários de colegas cujos nomes são trocados pelo entrevistado ou ouvinte. O danado do George Magalhães sofre, rasga-se todo, quando lhe chamam de Gilmar Carvalho. Contudo, a bem da verdade, mesmo puto da vida, mantém a pose, tira por menos e segue em frente, não sem antes repetir o bordão “George, George, George”.
A mesma fleuma faltou ao amigo Gilmar Carvalho nesta manhã de segunda-feira 95), quando uma ouvinte de Laranjeiras o chamou de George Magalhães e o cabra simplesmente a tirou do ar, sem lhe permitir responder à pergunta feita por ele mesmo, para saber se ela estaria a sofrer perseguição de parte da prefeitura. Ou seja, engoliu corda…
Errado não está o(a) ouvinte – menos ainda Gilmar Carvalho! Errado é o modelo vigente, criado 50 anos atrás, num marco histórico para a época, mas em vigor até, como se nada de novo tenha ocorrido no rádio mundial e brasileiro, o que faz do rádio sergipano um dos mais atrasados do planeta.
Ouça o áudio aqui: https://goo.gl/NhVbE4.
#SantaPatifaria #GilsinhoLindo

LUCIANO PIMENTAL FALA EM “OPOSIÇÕES” UNIDAS
“O senhor defende o nome do senador [Antônio Carlos] Valadares para ser o candidato da oposição a governador [de Sergipe}?”, questionou o colega Fábio Henrique [“Balanço Geral Sergipe”, TV Atalaia] numa entrevista com o deputado estadual pelo PSB Luciano Pimentel, na manhã desta segunda-feira (05).
Na resposta, além de reafirmar os predicados do senador, Luciano Pimental disse não pregar “em nenhum momento, a dissolução desse grupo de oposições” – sim, ele disse “oposições”, no plural, ou seja, ele enxerga vários grupos e não apenas um único grupo, no que está corretíssimo.
O socialista disse ainda reconhecer “a força do senador Eduardo Amorim e do deputado [federal, líder do governo no Congresso Nacional] André Moura”, no entanto, explicou ele, “nesse leque de opções, nós – o PSB, frise – temos um grande nome, que é o do senador [Antônio Carlos] Valadares.
O deputado também avaliou a aproximação de André Moura do governador Jackson Barreto…
Veja trecho da entrevista…

É SÉRIO, GENTE! JUIZ GANHA MAL
Pois é, o humorista Gregório Duvivier – e friso aqui, sempre o achei meio sem graça – fez troça séria e acabou me fazendo rir às escâncaras de mim e de nós, “brasileiros do povo”, com declaração sobre o salário de uma parcela da nobreza do Brasil. A questão dos salários e privilégios superlativos de membros do Poder Judiciário e do Ministério Público deve ser enfrentada. Essa turma integra uma casta superior, são a nossa “elite”.
Gregório Duvivier diz acreditar não ser querido pela classe [juízes e promotores]. Creio que também não ficarão satisfeitos comigo, ora bolas! Faz parte…
A verdade nua e crua é que, de acordo com o Jornal Folha de S. Paulo de 29/04, “cerca de 70% dos juízes que constam da folha de pagamento do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) de março deste ano receberam vencimentos acima do teto constitucional do funcionalismo público, estipulado em R$ 33,7 mil [um exemplo apenas do que ocorre o resto do Brasil]. O levantamento apontou casos de pagamentos líquidos de mais de R$ 90 mil”.
Não é piada, como se pode ver no bem-humorado comentário de Gregório Duvivier. Veja o vídeo e vamos começar a semana bem, rindo de nós mesmo, os manés…

“OPERAÇÃO PATIFARIA”
Chama-se “complexo de vira-lata” o fato de não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a autoestima dos brasileiros. Faz sentido…
O conceito “científico” foi urdido pelo dramaturgo, escritor e jornalista Nelson Rodrigues, também um grande piadista e amoralista. Vez por outra, ele ressurge para invocar a inferioridade voluntária do brasileiro ante o resto do mundo. Como disse certa feita um colega, “O brasileiro é um Narciso às avessas. Cospe na própria imagem”. Faz muito sentido…
Lembram a tal “Operação Controlada” da PF, na qual uma série de inovações tecnológicas foram utilizadas pela Polícia Judiciária para angariar provas à delação muitissimamente premiada dos Irmãos Caipiras? Pois bem, era tudo, na verdade, uma “Operação Tabajara”!
A tal mala dos R$ 500 mil não tinha chip porra nenhuma – foi uma patifaria inventada pela polícia pra forçar a barra; os grampos feitos em telefones de autoridades e afins não faziam parte da dita operação, e sim da Lava Jato [por isso, Edson Fachin deu as cartas]; e até o gravador usado por Joesley Safadão para flagrar o presidente temerário – no meu ouvir, sem sucesso – era xumbrega, um pendrive xingling!
O Brasil da sacanagem mostra a sua cara...



UM GIGANTE NANICO
A aparente contradição dos termos acima pode suscitar o famoso “trocadalho” – com perdão pelo cacófato! No entanto, resume bem o ambiente de desvirtudes expostas no qual vivemos os brasileiros. A política sofreu um nocaute grande, com a divulgada generalização da bandalheira. Estamos no modo “salve-se quem puder”. A dupla caipira [e bilionária, graças ao nosso dindim] Joesley e Wesley Batista já está refastelada num confortável bote salva-vidas, regado ao melhor que o capitalismo norte-americano pode oferecer. Gente de sorte. Muita sorte…
Enquanto isso, no Gigante Adormecido, nós pagamos a homérica farra dos poderosos: nós, os bestas, os otários – a plebe rude e ignara, pobre de dinheiro e de esperança. E ainda rimos, achamos engraçado ver um senador nanico, de um partido idem, com voz de falsete e gestual de macho tipo UFC, agigantar-se sobre uma mesa numa comissão do Senado da República, partindo para o tudo ou nada, para as vias de fato! Engraçado é, não fosse também extremamente trágico.
A esquerda latino-americana, provado está, especializou-se em arruças e roubalheiras, até então focadas apenas em sindicatos. Ao acender ao topo da cadeira “alimentar” da política em várias nações em via de desenvolvimento, a turba de “la sinistra” – como dito em Roma – praticou a bandalheira econômica e surrupiou o quanto pode o Erário. É essa gandaia que agora grita em falsete, máscula, chamando para a briga. Arruaceiros de primeira, de segunda e de terceira…
A foto [aqui reproduzida] na capa da Folha de São Paulo desta quarta-feira (24) diz tudo! É o retrato máximo de um Brasil mínimo…


PATIFARIA DE PROCURADORES DA REPÚBLICA
A provar que vivemos sob uma indisfarçada “Ditadura do Ministério Público” – assim, com maiúsculas –, o que em si pode ser considerada uma tremenda vigarice apenas por acusar grave abuso de prerrogativa de função pública, vê-se o que O Globo faz saber em seu site acerca da patifaria promovida por essa gente contra o jornalista Reinaldo Azevedo.
Para quem ainda ignora a danação, o colega anunciou nesta terça-feira que deixou a revista “Veja” após a divulgação de uma conversa telefônica na qual ele discute as denúncias na Lava Jato contra o canalha do Aécio Neves com a irmã do cujo, a também jornalista Andréa Neves, ora encarcerada sob acusação de corrupção ativa. No diálogo, Reinaldo Azevedo critica reportagem da própria publicação sobre uma suposta conta do tucano em Nova York, [ainda] não comprovada.
Com escritório especializado em temas ligados à liberdade de expressão, o advogado Alexandre Fidalgo disse aO Globo acreditar que a crítica de Reinaldo Azevedo a alguns comportamentos do Ministério Público Federal (MPF) pode ter motivado “uma espécie de vingança” por parte de quem divulgou suas conversas. Sendo verdade, cabe severíssima reprimenda àquele que tratou de executar a “vingança” e, logicamente, ao mandante.
Disse o jurista ao site do diário: “O sigilo de uma fonte do jornalista é princípio básico da liberdade de expressão. O jornalista, sem fonte, não exerce sua profissão. Uma democracia não é plena se ela não garantir a este profissional sigilo absoluto de suas conversas”. Será que é preciso desenhar isso para a turma da PGR?
Alexandre Fidalgo lembra que, para um jornalista, “é fundamental ter boas fontes”; e completa: “As boas fontes estão no centro da informação. A conversa [entre Reinaldo Azevedo e a irmã do fanfarrão mineiro tirado a esperto] é absolutamente natural no Estado Democrático de Direito”. Ou seja, alguém do MPF pisou feio – muito feio! – na bola. Espera-se que, ao menos, haja alguma “explicação oficial” para tamanha patifaria.
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Leia mais: https://goo.gl/tBtq52.



QUERIAM O QUÊ? MAMATA?
Pois é, enquanto os brasileiros normais curtíamos o feriadão do 1º de maio na segunda-feira, o presidente Michel Temer se reunia com onze ministros e líderes partidários no Palácio da Alvorada para, logo à noite, informar a decisão de agilizar uma primeira leva de exonerações daqueles que se opuseram à reforma trabalhista no Congresso Nacional, publicada no Diário da União nesta terça-feira (2).
Na reportagem do Jornal da Dez (GloboNews, 02/05) que reproduzo aqui, o líder do governo no Congresso, deputado André Moura, deu o tom da bordoada oficial: “Você não pode ter só o bônus, participar do governo, e não ter o ônus”. O deputado Valadares Filho, questionado se teria ficado magoado pelo fato de ter perdido duas indicações – no DNOCS e no IPHAN –, disse esperar outro tratamento: “Da forma que foi feita (a exoneração), sem nenhum comunicado do governo a nós parlamentares, não acredito que seja a melhor tática e a melhor forma de relação”.
A medida para enquadrar a bancada supostamente governista, que ocorreu às vésperas da votação da proposta da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara dos Deputados, com previsão de votação do relatório nesta quarta-feira (3), tem como função cobrar fidelidade: ou vota a favor das reformas ou perde espaço. É do jogo, gente!
Agora, convenhamos, o que esses danados queriam? Mamata? Ter cargos no governo e ficar no bem-bom, contudo, posar de bons moços junto ao eleitor, sem arcar com as dores de uma votação aos olhos públicos infame? Coisa que, para mim, não é real, diga-se! Ora, me batam um abacate com mel e raspas de limão galego...

O BICHO PEGOU PARA EDVALDO NOGUEIRA
Segundo informação veiculada na manhã desta quinta-feira (20) pelo radialista Carlos Ferreira (Jornal da Ilha, Ilha FM [Aracaju]), o prefeito Edvaldo Nogueira teria sido indiciado pela Polícia Civil de Sergipe, por causa de suspeitas de superfaturamento em contratos entre a Prefeitura de Aracaju e a empresa Torre, responsável pela coleta de lixo na cidade, e cujo dono está preso há uma semana.
Além dessa pecha, teriam ocorrido saques bancários significativos nas contas da empresa às vésperas da eleição de 2016, o que faz a polícia acreditar que o alcaide comunista teria sido beneficiado em sua campanha eleitoral com esta bufunfa. Eta que o bicho pegou

PREGUIÇA OU CEGUEIRA DO JORNAL DA CIDADE
Por dever de ofício – e por gostar de ler jornais e revistas desde quando era guri –, diariamente fuço os diários publicados em Sergipe e pelo Brasil afora, em suas edições impressas (digitalizadas).
Faz um mês, noto um “desacordo” entre um material publicado nO Globo, a coluna “Poder em Jogo”, assinada pela jornalista Lydia Medeiros, com a participação do colega Jorge Bastos Moreno, publicada à página 02. No Jornal da Cidade, a coluna, distribuída pela Agência Globo, segue tendo o nome antigo – “Panorama Político” – e sendo ainda assinada pelo analista substituído por Lydia Medeiros, Ilimar Franco. Aguardei para ver aonde isso chegaria. Chegou até aqui…
Preguiça ou cegueira da turma do JC? Digo isso por não crer que eles não leiam o que eles mesmo publicam ou que a Agência Globo não tenha, desgraçadamente, comunicado a mudança. Aliás, eu li matéria no mesmíssimo O Globo informando os leitores da presença de uma nova colunista.

A “ESPERTEZA” QUE SE FERRA – DE NOVO!
Lembram vocês da história do suposto ato de vandalismo* ocorrido quando da transição de governo em Capela, em janeiro deste ano, usado pelo ex-prefeito Manoel Messias dos Santos, vulgo Sukita, para responsabilizar o antecessor da atual prefeita Silvany Sukita, esposa do Filho do Vaqueiro?
Pois bem, o que aparentemente seria apenas um “inocente” ato de vigarice política pode na verdade esconder um volumoso desviu de recursos públicos – mais uma vez, reafirme-se! –, através de uma “esperteza”: a decretação de Estado de Emergência no Município de Capela, o que permite à gestão de Silvany Sukita contratar obras e promover ações “emergenciais” sem o devido processo licitatório.
O jornalístico Bom Dia Brasil (Rede Globo) desta segunda-feira (04) trouxe matéria produzida pela afiliada TV Sergipe expondo os métodos, aliás, já bastante conhecidos, desse danado Manoel Sukita, agora em associação com a esposa, para “papar” os cofres públicos. Ele, coitado, só não contava – de novo, reafirme-se! – com a astúcia da polícia.
Pelo visto, a temporada na cadeia não consertou o “pau torto” Manoel Sukita, o incorrigível…

“PAPARAM” A PERIQUITA DE JACKSON BARRETO
No fim da tarde desta segunda-feira (04), comentários nas redes sociais da Internet trataram do suposto arrombamento da residência de veraneio do desgovernador de Sergipe, na Atalaia Nova. A Secretaria de Comunicação retrucou, informando que tudo não passava de boato. Na verdade, deu-se pela falta apenas de um casal de periquitos pertencentes a Jackson Barreto.
Lembro de outro episódio de sumiço de animal governativo, este à época do segundo desgoverno do PT. O cachorrinho de estimação do filho de Marcelo Déda, chamado Pitoco, desapareceu. Houve até mobilização do aparato policial para recuperar o bicho – sem sucesso! De parte da atual indigestão, até onde se sabe, há apenas apelos chorosos à população, para que ajude a encontrar os psitacídeos oficiais. Lamentavelmente, (ainda) não distribuíram fotos dos danados.
A constatação óbvia é: ninguém está seguro! Algum espertalhão burlou a segurança, adentrou a casa do festivo desgovernador e, sem qualquer pejo, “papou-lhe” os bichos de estimação. Questionado hoje cedo por Gilmar Carvalho se conhecia a periquita de Jackson Barreto, o vice-governador Belivaldo Chagas disse que jamais a viu. Confesso, eu também não…
Com meu zíper, matuto: quando nem mesmo a periquita do chefe maior do Estado de Sergipe pode se dar ao luxo de balançar-se em paz ao lado do seu consorte num poleiro, quem haverá de viver tranquilo? Daqui, me solidarizo com Jackson Barreto. Tenho passarinho, mas esse só roubam se me levarem junto, mas respeito a dor de quem teve suas estimadas aves roubadas.
Entretanto, pensando bem, já imaginaram se a verdadeira intenção do danado que “papou” a periquita de Jackson Barreto tiver sido livrá-la e ao companheiro do cativeiro? Posto que nada mais foi (oficialmente) surrupiado da residência, não haveria no ato um gesto liberticida, num mundo tomado de ecochatos politicamente corretos? Com a palavra, a SSP/SE.

SUKITA AMEAÇA COM SUICÍDIO! JÁ VAI TARDE…
Na manhã desta sexta-feira (31), o ex-prefeito de Capela, Manoel Messias dos Santos, vulgo Sukita, “muito emocionado”, quase chorou durante entrevistas de rádio. Motivo? Ontem, por umas dessas reviravoltas da vida, o danado foi obrigado a deixar a boquinha de secretário de Obras de Capela, após a SSP/SE acusá-lo de ser o mentor do suposto ato de vandalismo ocorrido quando da transição do ex-prefeito Ezequiel Leite para a atual prefeita Silvany Sukita, esposa do Filho do Vaqueiro.
Para quem não lembra da patifaria, a nova administração de Capela, pasmem as senhoras e os senhores, foi “surpreendida” na manhã da segunda-feira, 02 de janeiro, ao encontrar o gabinete da prefeita e as salas da Secretaria de Obras e do Arquivo Municipal completamente reviradas, atulhadas de caixas de documentos jogadas ao chão e com muito papel espalhado por todos os lados. Além disso, as conexões elétricas e de internet estavam cortadas e computadores haviam sumido. À época, Manoel Sukita culpou Ezequiel Leite pelo ato terrorista, e acionou a polícia
Fuçando aqui e ali, a SSP/SE se deparou com Alexsandro Santos Dantas, servidor comissionado na gestão de Ezequiel Leite. Pressionado, o cabra revelou ter sido orientado a prestar à Polícia Civil um depoimento falso sobre o suposto vandalismo, a fim de atribuir responsabilidade a Ezequiel Leite. Por quem, por favor? Segundo ele, por Manoel Sukita e por um assecla deste, hoje responsável pelo setor de segurança da Prefeitura de Capela. Santa esculhambação…
No rádio, Manoel Sukita afirmou ser inocente! Disse ele: “Não adianta fazerem campanha difamatória contra mim porque o povo sempre estará a meu favor”. Ou seja, mesmo diante dos fatos, o agora ex-secretário de Obras de Capela acredita na impunidade a lhe ser premiada pelo povo capelense, porque este jamais duvidaria de tão ilibada alma. Ademais, para carregar de dramaticidade as entrevistas – especialidade dele, diga-se –, o boquirroto fez um desafio: caso seja comprovada a participação dele no ato terrorista, poderia até tirar a própria vida.
Manoel Sukita é uma piada pronta; perigosamente pronta, na verdade! Quer dizer que, se for mesmo comprovado mais este ato criminoso em Capela – entre tantos investigados pela Polícia Federal e Polícia Civil, aliás –, ele livrará o planeta Terra de sua existência? Assim sendo, que vá logo arrumando malas e cuias... A SSP/SE já não tem mais dúvida: o descarado nessa cafajestagem é Manoel Sukita. Santa novidade!
Assim, só resta perguntar: quer uma corda, mofio líndio?
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#Uia #SukitaTambémNãoAjuda



“SAMBA DO EXPURGO”, DO POETA CARLOS CAUÊ
A turba não perdoa! Rendeu uma chiadeira daquelas a publicação no Facebook do já célebre “Samba do Expurgo”, do poeteiro, jornalista e marqueteiro nas horas vagas Carlos Roberto da Silva, o nosso amado e incensado Carlos Cauê, secretário de Governo da Prefeitura de Aracaju.
Tudo sugere, o que seria apenas mais um poema de desagravo a um amor ora muito indesejado, urdido ao estilo de “Não Enche” [Caetano Veloso] por um macho alagoano – talvez traído! –, acabou misturado às discussões deste Mês da Mulher. A patrulha politicamente correta caiu matando…
Já tem gente nas redes sociais acusando Carlos Cauê de machista e misógino, por descrever “formas de violência contra a mulher como necessárias para a superação do passado”, algo que, “pela estética e conteúdo”, teria como fito “romantizar a violência”. Santa danação! Haja criatividade, em torno de um momento infeliz…
De fato, o texto de Carlos Cauê é forte, demasiado forte e certamente foi cometido num momento “sensível” no qual a recorrente violência contra a mulher permeia – para usar uma palavra cara ao cujo – o debate. Para evitar aquecer a querela, ele achou por bem expurgá-lo de sua página. Agiu certo, diante de tamanho mau gosto!
Escrever sobre o amor não torna o autor do texto amorável, da mesma forma que verbalizar violência não faz de ninguém algo além de um boquirroto. Poetas são por natureza provocadores, agitadores cerebrais! Neste acalorado “Samba do Expurgo”, o verdadeiro “crime” de Carlos Cauê foi provocar o cão com vara curta, justamente quando este está sedento de razão.


DESGOVERNADOR, RIR FAZ BEM!
Dia desses, a provar que ressentimento não há – ao menos, de minha parte, que respondo na Justiça a vários processos impetrados por Jackson Barreto –, estive em colóquio risonho com o festivo desgovernador sergipano, que me recebeu com mesuras recíprocas, para ódio de alguns sabujos que o acompanham. De fato, conheço-o desde garoto quando ainda, iludido com o comunismo, militei no vetusto PCB, o “Partidão” de Agonalto Pacheco, Jackson de Teteia, Wellington Mangueira…
Se há uma coisa a qual sinceramente admiro são as tiradas humorísticas de Jackson Barreto, e pessoalmente já lhe fiz elogios por isso. Algumas entrarão para a história da sátira política
Enquanto a oposição se descabela, o festivo desgovernador faz chacota, põe apelidos – alguns impagáveis! – e faz da pilhéria uma arma contra adversários, incapazes de lhe contrapor na base da sátira, até porque fazer rir não é para qualquer um.
Já disseram que o humor fere muito, por isso é tão combatido nas ditaduras e afins! Aliás, trata-se de verdade pura…
Prova disso está na mais nova querela judicial imposta pelo jocoso desgovernador contra este humilde escriba e provocador do riso alheio nas horas vagas. No auge das discussões de Jackson Barreto contra opositores aturdidos com a desmesura do seu vocabulário, resolvi brincar usando uma “charge*” animada, em alusão ao poder de destruição do verborrágico desgovernador.
Disse eu, ao apresentar a tal charge que já circulava na Internet [não é de minha autoria, friso]: “Enquanto isso, no recanto sacrossanto de um palácio desGovernamental, um famoso linguarudo afia seu poderoso instrumento de trabalho...”.
Para minha surpresa, o meu elogio à preciosa ferramenta para massacrar desafetos usada por Jackson Barreto, a quem supunha afeito à galhofa – mas, vejo, vale tudo só quando vem da parte dele! –, foi recebido pelo falastrão como sendo “montagens ridículas e de conteúdo injurioso e difamatório, com o nítido propósito de ridicularizar a imagem e a honra do autor (Jackson Barreto)”.
Ora bolas, meu povo amado, alguém por favor me bata um abacate maduro com mel e raspas de casca de limão!
Enfim, como a pilhéria doeu no mais profundo de Jackson Barreto, um cabra a quem eu julgava fosse no fundo um gozador gozado, só me resta acionar o meu imenso corpo jurídico, para defender-me dessa lamentável infâmia. Que os bajuladores do desgovernador sejam desprovidos do senso de humor até se entende, dado que inteligência é coisa rara. Porém, ele próprio se dispor a deixar seus imensos afazeres para tratar comigo num fórum judicial de uma troça sem maiores consequências, tenha dó, ré, mi…
Dito isso, reafirmo que, de minha parte, tudo farei para manter o riso na cara, a minha e as alheias, até porque creio que rir é o melhor remédio, e o recomendo ao caro desgovernador!

SE THIAGUINHO BATALHA É INGRATO COM O PRÓPRIO PAI, O QUE SERÁ DE NÓS, POBRES CIDADÃOS?
Contam-nos relatos sobre o grande filósofo grego Sócrates, um dos mais importantes do mundo – e, para além disso, também um educador por excelência, pai atencioso e reconhecidamente sábio –, que ao notar o filho mais velho irritado com sua mãe, questionou: “Sabes tu que há homens a quem chamamos ingratos? Percebes que os ingratos são classificados entre os homens injustos?”
Comentou um colega jornalista acerca da assertiva do vereador Thiaguinho Batalha, de reprovar a gestão de João Alves Filho na Prefeitura de Aracaju [em entrevista* ao caro Joedson Telles (27/02)]: “Ele ainda está na puberdade”. Afora a piada com o neófito edil, de fato, Thiaguinho Batalha foi ingrato com o próprio pai, a quem deve os esforços material e político para se eleger.
Filho do todo-poderoso Carlos Batalha, onipresente secretário [de Comunicação e, cumulativamente, presidente da Emurb] na gestão do Negão, o vereador disse que João Alves Filho “não conseguiu alcançar seus objetivos” e, mesmo possuindo “grande experiência em gestão pública, dessa vez não conseguiu contornar a situação [crise econômica], gerando desconforto grande aos servidores”. Para Thiaguinho Batalha, a desgraceira “não foi intencional, mas a avaliação da gestão não é boa”.
Ora bolas, convenhamos, o “prefeito” Carlos Batalha podia não ser o gestor público de direito [eleito], mas era o prefeito de fato [ad hoc]. Era quem mandava e desmandava, tanto que falou pelo próprio Negão em diversas ocasiões, a quem representava no Céu e na Terra, pintando e bordando! – aliás, comentam por aí até que em breve Carlos Batalha poderá ter problemas com a Justiça por causa de certas “estripulias”, muitas das quais urdidas para ajudar a eleger… Thiaguinho Batalha, o ingrato.
Perguntava Sócrates ao filho birrento: “Um homem não é tanto mais injusto quanto maiores forem os benefícios recebidos, se é ingrato após ser beneficiado? Pois bem, onde encontraremos alguém que tenha recebido mais benefícios do que o filho recebe de seus pais?” Pois bem, se Thiaguinho Batalha é ingrato com o próprio pai “prefeito”, ao reprovar a gestão que o elegeu, que dirá de nós, pobres eleitores e cidadãos, a quem ele nada deve, a não ser, talvez, um pouco de decência moral.
Conclusão: mesmo após quase um milênio e meio, os filhos ainda hoje precisam ouvir os ensinamentos do grego Sócrates sobre gratidão e respeito aos pais e mestres…

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“AU REVOIR”, DEPUTADO; E O CHULÉ DE FÁBIO HENRIQUE
Desde ontem, estou encucado! Teria o sobrenome “Barreto” do deputado estadual capitão Samuel Barreto influenciado o parlamentar a juntar-se ao “primo” Jackson Barreto, por um desses inusitados da vida, ora detentor do Diário Oficial de Sergipe? Que odor tamanhamente atrativo exala dos pés do ex-prefeito Fábio Henrique para fazer um quase-desafeto querer cheirá-los?
Não, até onde se sabe, há apenas coincidência entre os “Barretos” do deputado e o do festivo desgovernador sergipano. Daí em diante, nada mais se ajusta no que se pode definir como “normalidade” política – a não ser a “normalidade” própria da política, onde nada é “normal”, para usar uma palavra cara ao meu ilustre compadre Antônio Carlos de Oliveira Xocolate.
Após um namorico que perdurou por longos seis meses, e por “entender que a mudança de postura – da crítica ferrenha ao acoitamento [palavras minhas] – seria bom não apenas para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, como também para o conjunto da população”, conforme informa Joedson Teles em sua coluna hoje, capitão Samuel Barreto dá adeus à oposição, finalmente.
Por mim, já vai tarde! Aliás, a oposição precisa se livrar de quem não se enxerga como opositor de verdade, uma depuração necessária até para evitar conchavos por baixo dos lençóis. Melhor assim: que fique tudo e todos às claras, cada qual no seu quadrado. “Au revoir”, deputado…

Chulé – Quem vez por outra não já foi vítima de podobromidrose [leve ou pesada], especialmente ao final de um extenuante dia quente, no qual não se deu trégua ao pés, entalados num sapato? O característico odor dos pisantes – não necessariamente chulé, diga-se! – provoca até fetiche sexual: gente que adora transar cheirando ou lambendo os pés do parceiro. Não parece ser o caso da cena produzida por Fábio Henrique e um ex-auxiliar, e distribuída ontem na Internet.
Na rocambolesca cena, refastelado num “sofá-trono”, movido a cerveja e cercado por um séquito que incluiu até fotógrafo para registrar o cheira-pé, o “Rei de Socorro” estica o pesão coberto por uma meia e, magnanimamente, o entrega para seu ex-assessor Luís Paulo Panzuá apreciar-lhe o chulé! Na verdade, tratava-se de um pedido de perdão do ex-auxiliar ao chefe querido.
Alguns dias antes, de cara cheia de “água que passarinho não bebe”, Luís Paulo Panzuá abusou da língua e, sem saber que estava sendo gravado, disse para quem quisesse ouvir – e meu amigo Gilmar Carvalho ajudou na audição, ao divulgar o áudio no NE Notícias – que Fábio Henrique e Cléverton Siqueira “são ladrões”. A ameça de ambos de acionar a Justiça operou como um milagre, e lá foi Luís Paulo Panzuá chorar aos pés do ex-prefeito e dizer-lhe que era tudo mentira.
Se de um lado, para Luís Paulo Panzuá a patacoada reforça a tese da subserviência humilhante de um falastrão irresponsável que, tomado pela alucinação etílica, sai por aí a difamar pessoas; do outro, “queimou o filme” de Fábio Henrique. Se a intenção era galhofar com o fato – uma forma diferente de dizer, “tudo certo, deixa para lá!” – e seguir adiante, a cena do cheira-pé deixou a impressão de falta de noção do perigo que certas ações produzem na imagem pública.
Dito isso, o povo tem razão ao não levar os políticos a sério. Mesmo que tudo não passe de uma inocente brincadeira, aos olhos dos “súditos” até um monarca tem limites. Faltou bom-senso…





O PREFEITO E OS DEPUTADOS FEDERAIS
Bola pra frente pois o jogo é de campeonato e, quem não faz gol, toma! Edvaldo Nogueira calçou as sandálias da humildade e na semana passada, de pires a mão, deu-se em colóquios, amplexos e apertos de mãos com a bancada federal em Brasília, especialmente com duas figuras cuja campanha que o elegeu machucou bastante – Valadares Filho e André Moura.
Com Valadares Filho, além de desfilar pelos corredores da Câmara dos Deputados, o prefeito de Aracaju fez mesuras pessoais, lamentou certos danados episódios “típicos de eleição”, pediu paz ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo [nestes tempos de pós-palanque] e aproveitou para carimbar a solicitação de emenda parlamentar. Para Edvaldo Nogueira, foi um momento “cordial e proveitoso”.
Jozailto Lima, na sua coluna desta terça-feira (21), informa que o deputado federal “também” considerou o encontro com o alcaide “muito cordial e proveitoso”. De quebra, o colega diz ter Valadares Filho confirmado a destinação de emenda parlamentar de R$ 1 milhão à saúde pública de Aracaju, decisão, segundo afirma, tomada antes de ter ele se avistado com Edvaldo Nogueira.
No encontro com André Moura, no gabinete deste na liderança do Governo Federal, deu-se outro instante de mesuras pessoais e de contemporização por águas passadas – “A eleição já foi, agora vamos trabalhar para melhorar a vida do nosso povo”. Edvaldo Nogueira pediu e o deputado aceitou ajudar na intermediação de verbas e convênios junto aos ministérios e órgãos federais.
Ponto para Edvaldo Nogueira, cuja ação junto à oposição propõe a convivência política republicana pelo bem comum, um discurso que contrapõe o deboche do festivo desgovernador Jackson Barreto. “Na assinatura da ordem de serviço, convidarei o parlamentar autor da emenda para participar da solenidade e, no ato de inauguração da obra, cortará a fita comigo”. Mesmo em 2018, ano eleitoral? “Por que não? Quem ajuda a cidade merece esse reconhecimento”, disse-me ele.
Ponto também para Valadares Filho e André Moura. Ambos buscam cativar o eleitor da Capital, até por serem políticos cujos mandatos serão renovados ano quem vem. “Devo muito a Aracaju, de quem recebi quase 135 mil votos no segundo turno do ano passado como candidato a prefeito”, disse Valadares Filho a Jozailto Lima. André Moura segue na mesma linha: “O povo de Aracaju não pode sofrer porque somos adversários do prefeito. No que puder ajudar, eu ajudarei!”
Sendo assim...



ANDRÉ MOURA VENCE; SERGIPE GANHA
Pense numa raiva da gota serena! A notícia veiculada na grande imprensa nacional (16/02), de que, contrariando o todo-poderoso Rodrigo Maia, o presidente Michel Temer decidia manter André Moura como líder do governo na Câmara dos Deputados, causou sofrência em um bocado de gente em Sergipe.
Motivo? A turba desafeta torcia para ele ser ejetado do cargo, através do qual tem ganhado projeção nacional e, “para piorar”, trazido benefícios importantes à população sergipana, o que o qualifica para voos mais altos. Somente duas ações de André Moura junto ao presidente da República – a retomada das obras de duplicação da BR-101 e da ampliação da pista do aeroporto – valem por um governo, quando mais se comparado à mediocridade da indigestão do festivo Jackson Barreto.
Goste-se dele ou não – e há motivos para amar e odiar o danado com fervor idêntico; indiferença, jamais –, André Moura mostrou-se habilitado a conviver com as feras gulosas do Planalto Central e, para orgulho de uns e raiva de alguns outros, soube aproveitar cada precioso segundo para mordiscar um quinhão de poder.
O filho do conselheiro aposentado do TCE/SE Reinaldo Moura configura-se hoje o político de Sergipe com maior trâmite nos salões do poder – aliás, o último com tal inserção [e sem mandato, frise-se] foi Lourival Fontes, nomeado por Getúlio Vargas diretor do Departamento de Propaganda e Difusão Cultural (DPDC) em 1934, órgão criado às vésperas da Constituição de 1934 para difusão de propaganda governista e controle dos meios de comunicação; ou seja, censura à imprensa, e só
André Moura venceu uma tremenda batalha contra Rodrigo Maia, que havia prometido ao PP de Aguinaldo Ribeiro o cargo de líder do governo, em troca de apoio na reeleição, e fez chegar a Michel Temer que a manutenção do sergipano não o agradaria. Morreu na praia, coitado! Necessitando reorganizar a base, rachada desde a eleição da presidência da Câmara dos Deputados, no começo do mês, o presidente decidiu pela permanência de André Moura, responsável por grandes vitórias do governo.
Mesmo a contragosto de certos sabujos sergipanos, cujo “instinto” político equivale ao de chimpanzés selvagens, sobretudo em se tratando de sufocar adversários, mesmo que isso signifique prejuízo para o Estado, André Moura continua líder do governo e Sergipe só tem a ganhar, para alegria de muitos…
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¿HASTA CUANDO?”
Por norma velada – ou seja, aquela que cala, não necessariamente porque consente –, tratar na imprensa de temas envolvendo o Poder Judiciário tem sido evitado pelos analistas políticos, muitos deles, como eu, com vários processos em tramitação.
Um tema atual são os proventos de juízes. Sem dúvida, o salário de um magistrado não deve ser baixo a ponto de tornar atraente aceitar subornos. O abuso da remuneração excessiva, no entanto, afronta a Constituição por envolver rendimentos e benefícios pagos acima do teto permitido.
Se a Justiça não dá exemplo, quem o fará?
Assim dito, causa indignação a nota publicada hoje em jornais de todo o Brasil pelo colega Cláudio Humberto sobre os valores pagos pelo Judiciário sergipano a desembargadores do Tribunal de Justiça, em especial a um deles, que em janeiro, conforme o jornalista, recebeu “meros” R$ 326 mil reais. Santa danação...
Cabe, então, perguntar ao modo do memorável bolero: “¿Hasta Cuando?”.

FOI MINHA AVÓ, DONA RITA LEITE…
Ai, ai… sabe a anedota sobre quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha? Pois bem, a “visita” de Maria do Carmo Alves ao Iate Clube na campanha de Valadares Filho ainda rende história.
Hoje, meu amigo Gilmar Carvalho opinou sobre a querela e ouviu ainda a opinião do deputado Luciano Pimentel, ligado a Valadares Filho. Antes de dizer-se plenamente crédulo na teoria da conspiração, o danado jornalista leu ao microfone da MixFM nota escrita ontem pelo arguto colega Jozailto Lima no blog “JL Política” – ele que, também, assessora o citado deputado.
Diz o texto: “É meio nauseabunda, bastarda e tardia esta tese de que o governador Jackson Barreto plantou a senadora Maria do Carmo naquele fatídico evento de campanha de Valadares Filho na segunda-feira, 10 de outubro do ano passado, no Iate Clube. E desrespeitosa, até. Pelo menos para com Maria, que é tratada nessa questão como se fosse uma autômata. Uma atarantada, manietada e manipulada por alguém.”
Luciano Pimentel discorda do assessor Jozailto Lima, e sacramenta: a senadora pode, sim, ter sido usada “inocentemente” para figurar, a sua revelia – pois não seria seu perfil –, numa ação de marketing que, por fim, beneficiou a campanha de Edvaldo Nogueira, porquanto colou no adversário a pecha de “aliado” do ex-prefeito João Alves Filho, marido da senadora.
E quem, pelas pestes, teria levado Maria do Carmo ao Iate Clube, o tal conspirador?
Na mesma MixFM, nesta segunda-feira (13), em entrevista ao ardiloso Marcos Couto e ao próprio Gilmar Carvalho, o deputado Robson Viana assegurou que não fez o convite nem teve qualquer parcela de responsabilidade no imbróglio. Bem, se não foi ele, só pode ter sido minha querida avó Dona Rita, que do alto dos seus 88 anos de muita formosura, armou aquela patifaria!
Em Sergipe, diz a abelhinha da bela Thaïs Bezerra, tudo se sabe… #Uia


VALADARES FILHO E A CONSPIRAÇÃO DO DESGOVERNADOR
Adepto ferrenho de teorias da conspiração, lá vou eu embarcar na difundida nesta quarta-feira (08) pelo ilustre oposicionista Valadares Filho nas redes sociais da Internet. O danado pede para ligarmos os pontos, a fim de produzir um raciocínio lógico – a dita conspiração! – sobre o jogo político perpetrado pelo festivo desgovernador Jackson Barreto a fim de detonar os adversários.
De ponto a ponto, pela ótica de Valadares Filho: Jackson Barreto alicia Laércio Oliveira para a base governista. Em seguida, o desgovernador se aproxima da senadora Maria do Carmo e do ex-prefeito João Alves Filho na questão do Banco do Nordeste. Ato contínuo, a senadora assina o documento de entrega da liderança da bancada federal a Laércio Oliveira. “Isso mostra mais uma vez para a população que a presença de Maria do Carmo em um evento da minha campanha – mesmo sem ser convidada – aponta para uma conspiração comandada por Jackson Barreto”, intui o parlamentar.
Aqui com meu zíper, penso: “Seria Jackson Barreto sumamente esperto a ponto de ter aliciado Robson Viana – à época desenxabido com seu padrinho e autor do ‘convite’ à senadora ao ato de adesão dele à campanha de Valadares Filho – para melar a candidatura do deputado, ligando este a João Alves Filho, não obstante já estarem no palanque do mesmíssimo evento, a convite do próprio Valadares Filho, figuras como ACM Neto, Vinícius Porto, Manoel Marcos e José Carlos Machado, todos ligadíssimos ao então prefeito [malquerido]?” Se o for, o mandatário falastrão deve ser o Cão Chupando Manga – uma besta-fera genial, misto de Nicolau Maquiavel e Mãe Dináh.
Não, gente, os fatos confirmam que Jackson Barreto não tem e jamais terá a esperteza do Diabo, mesmo sendo ele um velho loroteiro e fanfarrão! Menos ainda, a capacidade de urdir planos políticos mirabolantes. Com ele, a política “conspira” na base rasteira da compra e venda de “ativos” – e só! De fato, como já comentei noutras oportunidades, Valadares Filho perdeu o pleito por não reagir no momento adequado às mentiras de Carlos Cauê na propaganda de Edvaldo Nogueira, e também pelo abuso do poder econômico.
Nada disso, contudo, invalida a observação correta de Valadares Filho quanto ao fato de Jackson Barreto e Edvaldo Nogueira não mais criticarem João Alves Filho e Maria do Carmo, até porque agora ambos precisam do precioso apoio da senadora – e isso é apenas… política! Ademais, Maria do Carmo, diga-se, ainda resguarda uma ponta de iceberg de mágoa pelo tratamento recebido no Iate Clube, coisa que ela vai demorar uns bons anos a esquecer.
Por fim, com propriedade, Valadares Filho observa que o desgovernador busca a todo custo enfraquecer a oposição, “para desviar o foco do caos que está seu governo, rejeitado por mais de 70% dos sergipanos”. O deputado pode até achar “deprimente” tamanha desfaçatez e desmesura com a oposição, mas isso é apenas… política, faz parte do jogo, assim como as conspirações.


BARRIGADA OU BABAÇÃO DO JORNAL DA CIDADE?
A Pesquisa Brasileira de Mídia, encomendada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República ao Ibope [e divulgada no início deste ano], aponta que os jornais impressos estão na liderança de confiança dos brasileiros como meio de comunicação. O porcentual dos entrevistados que disseram confiar sempre ou muitas vezes nas notícias publicadas em jornais é de 59% – rádio e televisão têm 57% e 54%, respectivamente.
Assim, cabe a um meio tão acreditado como o jornal pautar-se estritamente pela verdade, nada mais do que a cristalina verdade! Não pode jamais, sob qualquer pretexto, usar de meias-verdades para tentar iludir o leitor. Soa, portanto, destoante – para ficar num termo ameno! – a postura engambeladora do Jornal da Cidade, edição desta quarta-feira (08), ao noticiar o reinício das obras de duplicação da BR-101 e da pista do Aeroporto Santa Maria, em Aracaju.
Diz o matutino que o reinício das obras “atende uma demanda antiga do Governo de Sergipe, o qual vem pleiteando o reinício dos serviços em consecutivas audiências com representantes do Governo Federal”. Sem dúvida, uma verdade incontestável. A meia verdade, porém, vem quando o Jornal da Cidade informa que o anúncio, feito ontem em Brasília, “contou com a presença de deputados, senadores, INCLUSIVE DA OPOSIÇÃO AO GOVERNADOR SERGIPANO”.
Ora bolas, me batam um abacate! Santa cara de pau!
As tais obras, diga-se a bem da verdade, somente serão reiniciadas por intermédio e intervenção direta junto ao presidente da República de André Moura, líder do governo federal na Câmara dos Deputados, e não por pedido ou intervenção [em qualquer nível] do festivo desgovernador Jackson Barreto, aquele que abertamente chamou e chama Michel Temer de “golpista”. Ou seja, o mandatário falastrão e fanfarrão estava por lá como “simples” CONVIDADO, não como PROTAGONISTA.
Atualmente, o Jornal da Cidade passa por grandes dificuldades financeiras – não apenas ele, frise-se; Cinform, Jornal do Dia e Correio de Sergipe também amargam a perda cavalar de anunciantes e de leitores, hoje mais afeitos a se [des]informar através da Internet. Por causa da crise, recentemente vários jornalistas foram demitidos do vetusto matutino, enquanto a redação e as oficinas eram transferidas para uma indústria da família proprietária, a fim de minimizar custos e tentar se manter de pé.
Se tivessem um pouco mais de juízo, os dirigentes do Jornal da Cidade deveriam fazê-lo mais independente, mais voltado ao povo e à verdade! Neste tocante, a manchete de hoje não pode ser confundida com uma BARRIGADA – no jargão jornalístico, um erro de informação –, mas como pura e simples BABAÇÃO – para ficar num termo ameno! –, porquanto o Jornal da Cidade tem sido informado sobre a movimentação de André Moura em Brasília, por meio da AssCom/AM, na questão da BR-101, do aeroporto e da liberação de verbas e água potável para 28 municípios sergipanos atingidos pela seca.
O Jornal da Ciidade optou, contudo, por tentar iludir os seus parcos leitores, talvez na ânsia de agradar a um governo inútil e descarado, de quem certamente aufere… bem, deixa pra lá!
Mas que ficou feio, isso ficou! Santa patifaria...



RASTEIRA EM JACKSON BARRETO. BEM-FEITO!
Como é público e notório, a ocupação diuturna e incansável do festivo desGovernador Jackson Barreto é bater boca e detratar quem lhe faça oposição. Enquanto isso, entre mazelas terríveis, Sergipe figura como estado mais violento do Brasil – foram 96 assassinatos no mês de janeiro, conforme dados da própria SSP, e 12 apenas no último final de semana.
Fosse dado mais ao trabalho e menos às querelas e futricas, o verborrágico mandatário sergipano, membro do PMDB – mesmo partido do presidente Michel Temer, diga-se! –, poderia tirar algum proveito do compadrio político. Não o fez com a ex-governAnta, a quem declamava loas; e não o faz agora, quando seu partido está no poder. Ou seja, só a galhofa lhe interessa.
A comprovar o dito acima eis que nesta terça-feira (07), com a presença do danado desGovernador, o deputado André Moura sacramentará a retomada das inconclusas obras da BR-101 e do Aeroporto de Aracaju (veja vídeo), que o parlamentar conseguiu junto ao presidente, de quem é líder na Câmara Federal. Resumo do forrobodó: Jackson Barreto bate-boca e fanfarra; André Moura trabalha.
Mas, nesta toada, rasteira pouca é bobagem...

ELBER BATALHA ESTÁ CERTO!
Muito interessante a entrevista do líder da oposição na Câmara de Vereadores de Aracaju, Elber Batalha Filho, ao Jornal da Cidade [edição deste fim de semana; veja ilustração], na qual ele reafirma que “o prefeito Edvaldo Nogueira quebrou várias promessas de campanha” – inclusive em relação à revogação do aumento do IPTU, que não houve. Sensato, o parlamentar disse ser “difícil” avaliar a nova gestão no quesito administrativo, neste curto período. Porém, garantiu enxergar “com muita decepção a quebra de promessas que foram alicerce da sua campanha”.
Recomendo a leitura do texto, especialmente a resposta à pergunta final, a constatar a “migração maciça para a base do governo” (…), sobretudo de quem era ligado à gestão de João Alves Filho. Como vergonha pouca é bobagem, Elber Batalha relembra que a principal cabo eleitoral do hoje governista Juvêncio Oliveira foi ninguém menos que Marlene Calumby, irmã do ex-alcaide; sem esquecer o neófito Thiago Batalha, filho do ex-prefeito ad hoc Carlos Batalha, que pintava e bordava na ex-gestão. Já o caro doutor dos pobres Manoel Marcos mudou de partido antes da campanha e, hoje no tucanato, exibe sua plumagem governista sem qualquer sofrência.

CARLOS BATALHA E OS OUTROS GOVERNISTAS NOVOS
“Farinha pouca, meu pirão primeiro.” O velho adágio sintetiza os bastidores da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Aracaju. Para fazer presidente Josenito Vitale – vulgo, Nitinho –, o padrinho do prefeito Edvaldo Nogueira, o indefectível desgovernador Jackson Barreto, só precisou de alguns poucos “argumentos” para cooptar uma turba sedenta.
Engana-se, contudo, quem enxerga aqui mais uma derrota da oposição! Que contrapartida haveria aos mimos garantidos pelo festivo Jackson Barreto, o poderoso Senhor dos Diários Oficiais de Sergipe e de Aracaju? Candidato a reeleição, Vinícius Porto argumentava com os oposicionistas – e até com governistas menos famintos – sobre a importância estratégica de se manter o contraditório. Quando a vitória lhe parecia certa, o jeitoso desgovernador entrou em cena.
Do outro lado, Edvaldo Nogueira tentava negociar. Foram muitas as conversas com todos, nas quais encontrou majoritariamente o descrédito. Sentido o cheiro da derrota, apressou-se no pedido de socorro ao padrinho. Pragmático, Jackson Barreto afastou o prefeito e Carlos Cauê das tratativas e passou a ligar pessoalmente para os vereadores, em especial os eleitos no grupamento do ex-prefeito João Alves Filho – ou seja, justamente quem deveria dar suporte a Vinícius Porto.
Em resumo, o desmantelamento do grupo político do Negão – e, em certo sentido, da oposição a Edvaldo Nogueira – contou com o auxílio venal dos próprios aliados do ex-prefeito.
Exemplo gritante vem do neófito Thiaguinho Batalha, filho do secretário de Comunicação de João Alves Filho, Carlos Batalha, agora um convicto governista! Votou em Nitinho, e assim ajudou a empregar papai e o irmão – Carlos Batalha será diretor de Imprensa da Câmara de Vereadores; o irmão, chefe de departamento na Secretaria Estadual do Esporte. Na imprensa, Thiaguinho Batalha argumentou que ele e o papai são pessoas diferentes. Sem dúvida, muito “diferentes”…
Vinícius Porto também levou rasteira dos colegas de bancada Juvêncio Oliveira e Manoel Marcos, ambos cooptados. Juvêncio Oliveira, inclusive, dizia-se “o candidato de Jackson Barreto” a presidente, para constrangimento até das pedras do Morro do Avião. Aceitou ser vice-presidente na chapa de Nitinho, sem falar dos cargos comissionados. Já Manoel Marcos, hoje um tucano, manchou a biografia ao render-se às benesses do Poder. Tido como homem de palavra, o “médico dos pobres” falhou.
Convenhamos, o prefeito Edvaldo Nogueira tem sorte! As contradições políticas parecem não lhe afetar. Na campanha, por exemplo, acusou Valadares Filho de esconder o apoio do Negão, que este não tinha. Hoje, para garantir uma Câmara Municipal dócil, aceita que o padrinho lhe ponha no colo exatamente a bancada de João Alves Filho – um caradurismo sem vergonha!
Quanto aos novos governistas – Carlos Batalha (e o filho), Juvêncio Oliveira e Manoel Marcos –, eles até podem receber as migalhas oferecidas por Jackson Barreto. Porém, jamais serão convidados para o grande banquete dos verdadeiros espertos. Afinal, quem se vende uma vez, jamais recupera o respeito! Eis a questão.